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Matão-SP · quinta-feira, 8 de outubro de 202620°Sol20° / 31°Tempo agora em Matão: 20 graus, Sol. Ver a previsão da semana.Ano 102Fundado em 1925Edição 5.361
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Uniara tem inscrições abertas para processo seletivo

Obituário

30 de agosto de 2021

  • Elídio AraújoLer a nota

    É com profundo pesar e tristeza que recebemos neste domingo (29), a notícia do falecimento do nosso querido parceiro na formação de nossas crianças atletas, Elídio Araújo, ou simplesmente “Lidio” como todos os ‘treinandos’ das escolas de base da Prefeitura, através da Secretaria de Esportes, o chamavam carinhosamente. O ‘Lídio’ ajudou a treinar e a encaminhar a infância matonense para uma história de aprendizagem para a vida! Os treinos no Beira Rio e no Campo do Jardim do Bosque certamente transformaram muitos destes nossos garotos em cidadãos de bem, o que nos faz neste momento de tristeza pela sua partida, experimentar um sentimento de missão cumprida junto a ele. Gratidão é o que queremos dizer nesta partida do Lídio! Agradecemos por tudo que ele fez e pela sua dedicação ao Esporte Matonense. Ele será nosso eterno mascote do esporte e referência para o universo dos atletas matonenses! Que Deus o receba em seus braços, por que você merece a luz Divina, sempre, querido Lídio! José Orlando Marchesan Mingossi - Secretário de Esportes Cido Ferrari-Prefeito Municipal

12 de agosto de 2021

  • Celso Gimenes79 anosLer a nota

    Nascido no dia 29 de março de 1942, Celso Gimenes faleceu aos 79 anos de idade, por volta das 23h30 da segunda-feira (9), vítima de choque séptico e pneumonia. Celso estava internado no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. O sepultamento aconteceu na terça-feira (10), às 14 horas, no Cemitério Municipal. Ele é filho de Raphael Gimenes e Maria José Mendonça Gimenes, que também tiveram mais dois filhos: o saudoso ex-prefeito e ex-deputado estadual Jayme Gimenez e o ex-prefeito Luis Tadeo Gimenes. Celso foi casado com Cecília de Oliveira Simão Gimenes, com quem teve os filhos Luciana e Nelson Antonio – sendo Nelsinho marido de Etiene Constantino, pais de Mariana e Jorge. Celso ajudou por muitos anos ao seu pai Raphael, no Armazém Gimenez. Foi vereador da Câmara Municipal de Matão por dois mandatos: de 31 de janeiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977 (sendo presidente do Legislativo no biênio 1973-1974 e vice-presidente nos dois anos seguintes, 1975-1976) e de 1º de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996. Também foi por muitos anos administrador da Matão Clínicas/Amhma Saúde (atual HSaúde), tendo atuado certo período na Construtora Bandeirantes. Formado no Magistério, tinha experiência contábil. Desportista, jogou basquete e foi árbitro de futsal. Ultimamente, além do constante contato com familiares e amigos, Celso era visto frequentemente pelas ruas do Centro tendo a companhia do cachorro Pitoco. “Agradecemos às equipes médica e de enfermagem pelos cuidados e atenção junto ao meu pai no Hospital de Matão. Obrigado aos familiares e amigos que nos confortaram e nos acolheram neste momento tão difícil”, resume Nelsinho, convidando para a Missa de Sétimo Dia que será realizada neste domingo (15), às 19 horas, na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus.

5 de junho de 2021

  • Adauto Scardoelli67 anosLer a nota

    O prefeito Adauto Scardoelli faleceu na noite desta sexta-feira (4), aos 67 anos. O Boletim Médico do Hospital comunicou oficialmente a morte, ao informar que Adauto “sofreu uma parada cardiorrespiratória em decorrência de um infarto agudo do miocárdio, vindo à óbito às 22h35 do dia 4 de junho de 2021”. Um dos maiores líderes políticos da história de Matão, Adauto havia iniciado neste ano de 2021 o seu quarto mandato como prefeito (as gestões anteriores foram nos períodos de 1997/2000, 2005/2008 e 2009/2012). Adauto estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI Geral) do Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ desde o último dia 5, quando foi submetido a uma cirurgia abdominal de urgência para correção de uma perfuração intestinal espontânea, cuja biópsia evidenciou uma neoplasia como a causa. O Boletim Médico expedido no mesmo dia 5 comunicava que Adauto seguia internado “em estado grave, sedado, respirando por aparelhos, necessitando de drogas para controle da pressão arterial e recebendo antibióticos para tratamento de um choque séptico ocasionado por peritonite”. No dia 8, o Boletim informou que “devido a alterações metabólicas severas em decorrência de insuficiência renal aguda (paralisação dos rins), foi optado pelo início de terapia renal substitutiva (hemodiálise)”. Ainda constou que o quadro clínico caracterizava “uma síndrome de disfunção de múltiplos órgãos, situação de alta gravidade”. No entanto, o Boletim do dia 9 salientou que “após a primeira sessão de hemodiálise, houve melhor controle das alterações metabólicas desencadeadas pela insuficiência renal aguda, o que possibilitou tendência à estabilização hemodinâmica e à redução das doses das drogas utilizadas para controle da pressão arterial”. Na manhã do dia 10, a equipe médica iniciou a retirada dos sedativos que mantinham Adauto em coma induzido. E o Boletim Médico expedido no dia 13 revelou que o prefeito seguia internado “já sem sedativos e despertando lentamente, sustentando estabilidade hemodinâmica sem necessidade de drogas e respirando com mínimos parâmetros por ventilação mecânica”. Com este quadro clínico, houve a tentativa de extubação no dia 14, mas, horas após este procedimento, foi necessário o processo de reintubação. De acordo com os Boletins Médicos dos dias 19 e 20, devido à fraqueza muscular intensa decorrente da sepse causada por peritonite, e impossibilidade de progressão na extubação, Adauto foi submetido a traqueostomia na manhã do dia 19 – mesmo dia em que foi iniciado novo tratamento com antimicrobianos, após identificação de quadro de pneumonia. E na manhã do dia 22, o prefeito passou por nova intervenção cirúrgica, para a lavagem da cavidade peritoneal e reforço da parede abdominal. O Boletim do domingo (23) comunicou que, após a cirurgia, houve evolução satisfatória do quadro clínico; informou também que “o resultado da biópsia da primeira cirurgia evidenciou neoplasia intestinal como causa da perfuração”. Após permanecer em estabilidade clínica por alguns dias, o Boletim Médico expedido às 17h30 da quarta-feira (2) informou que Adauto “apresentou quadro de hemorragia digestiva, sendo submetido a endoscopia digestiva alta que identificou a presença de úlcera gástrica”. E na noite desta sexta-feira (4), o último Boletim Médico do Hospital – assinado por João Carlos Marchesan (presidente executivo), Cesar Minelli (diretor técnico), Denise Minelli (superintendente) e Flávio Borsetti (chefe da UTI) – comunicou o falecimento do prefeito. Adauto teve quatro filhos em seu primeiro casamento, com Mirian Ponzio: Fernando (42 anos), Fabiana (40), Renato (35) e Ricardo (34), sendo avô de Pablo, Ana Luiza e Helena – filhos de Fabiana, Fernando e Ricardo, respectivamente. Há 25 anos, desde 1995, estava casado com Marília Nogueira Rangel Faber, mãe da enteada Patrícia, que lhe deu mais um ‘neto’, Paulinho. A Comarca expressa profundo pesar pelo falecimento do prefeito Adauto Scardoelli, externando suas condolências a todos os familiares e amig

19 de maio de 2021

  • Em São Paulo69 anosLer a nota

    Faleceu em São Paulo, aos 69 anos de idade, o empresário Felicio Tadeo Zambom, vítima de covid-19, no último dia 14 de maio, depois de longo período de internação. Matonense, Tadeo era filho do falecido vereador Felice Zambom e de Maria Isabel da Silva Zambom. Deixa os irmãos Maria Aparecida, Marlene, Vera Lucia (falecida), Cristina, Gil Zambom e Aldo Sergio Zambom. Era casado com Maria de Lourdes Fregnan Zambom e o casal tem uma filha, Fernanda. Tadeo trabalhou por alguns anos para a Bambozzi S/A em São Paulo e se tornou empreendedor com a empresa Transmotor Motores Elétricos, na qual permaneceu até o seu falecimento. Não houve velório devido aos protocolos de prevenção à covid e seu corpo foi cremado no dia 15, em São Paulo. Suas cinzas serão trazidas oportunamente para Matão e serão depositadas junto ao túmulo de seus pais e de sua irmã Vera. Neste sábado (22), às 19 horas, será celebrada Missa na Igreja de Nossa Senhora Aparecida (Bairro Alto) em memória de sua alma. A família convida a todos que puderem comparecer e, ao ensejo, agradece às centenas de manifestações de pesar de seus amigos, bem como à Câmara Municipal de Matão, onde seu pai Felice exerceu a vereança como um brilhante edil, com imensa vontade de servir e infinito amor à causa pública.

12 de abril de 2021

  • Rubião MastropietroLer a nota

    Roberto Mastropietro (Rubião) morreu às 12h50 do último dia 31, vítima de complicações decorrentes da covid-19 – agravadas por ser diabético. Ficou internado no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ por praticamente oito dias, entre 23 e 31 de março. O sepultamento ocorreu no final da tarde da mesma quarta-feira (31). Nascido em Matão, no dia 25 de novembro de 1931, Rubião foi casado com a saudosa Elza Baldan. O matrimônio gerou Elza Maria, casada com Mário Artimonte; Rosa Lília, casada com Cyrinho Modé; Roberto José, que tem a companhia de Ângela Schimdt; e Renato José, casado com Márcia Matturro Mastropietro. São oito netos e sete bisnetos. Rubião é filho dos saudosos Francisco Mastropietro (Ciccillo) e Íris Bastia Mastropietro. Seus irmãos são os saudosos Vicente e Diva. Rubião esteve por décadas à frente do Cine Polytheama. Fundado em meados da década de 1910, o Polythema foi nosso terceiro cinema. O Halley (Felizola, Tomaselli e Maccagnan) foi inaugurado no dia 28 de maio de 1910 e, depois, os Felizola continuaram através do Cine Bijoux. O Polytheama surgiu pelas mãos de Vicente Mastropietro, tendo seu filho Ciccillo tomado mais à frente. Com Ciccillo e depois seu filho Roberto (Rubião), o Polytheama funcionou até o final da década de 1980. Foi arrendado e continuou até 1994. A Missa de Sétimo Dia foi celebrada na noite da terça-feira (6), na Matriz Senhor Bom Jesus de Matão. Os familiares agradecem a toda equipe do Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ que atendeu a Rubião; às cuidadoras Benedita Siqueira Pelegrino, que acompanhou Rubião por anos, e Alessandra Aguiar Rodrigues, colaboradora nos últimos dias; e a Cyrinho Modé, por todo o zelo dedicado. Os familiares também agradecem aos amigos dele. Para A Comarca, familiares de Rubião o resumiram neste depoimento: “Rubião sempre foi o pilar mais forte da família. Seu olhar já dizia tudo. Era italianão bravo, correto, simples. Não queria muito. Era feliz com seus passeios de carro com o amigo Wilson Luiz Bertachini (Moio). Jogou futebol em alto nível e arriscava sempre uma valsa com a ‘Dona’ Elza. Gostava de macarronada, um bom vinho, torresmo e rabada. Era alegre, queria a família sempre unida e as mães fora da cozinha. Observador. Sensível. Tinha muita paciência e lucidez. Nos presenteou com os mais belos valores, os quais a Família Mastropietro se orgulha. Viu o seu Palmeiras ser campeão mais três vezes antes de partir. Foi forte até o fim. Na verdade, é só o recomeço, que chegou em plena Semana Santa e com o céu cheio da luz divina para recebê-lo. E por comentar sobre luz, perdemos a luz do Centro de Matão. Sempre sentado em sua sacada, olhar atento e pronto para responder com imenso carinho as buzinadas e acenos de amigos queridos, sempre com as duas mãos. Quando não, uma estava ocupada com uma taça de vinho. Continuará assoviando alto e olhando a todos aqui com seus grandes olhos azuis. Inconfundíveis. Quando alguém é sinônimo de fortaleza, imaginamos que essa pessoa nunca nos deixará, que é forte o suficiente para ficar aqui para sempre. A morte nos afasta das pessoas que amamos, mas não nos priva de seguir com elas. Depois que deixam de estar ao nosso lado, elas passam a morar dentro de nós!”.

1 de abril de 2021

  • Roberto Mastropietro89 anosLer a nota

    Na tarde de ontem (quarta-feira, dia 31) recebemos a triste notícia do falecimento de Roberto Mastropietro (Rubião), aos 89 anos, devido a complicações de saúde decorrentes da covid-19. Juntamente com sua família, Rubião comandou durante muitos anos o histórico Cine Polytheama. Foi casado com Elza Baldan (in memorian), com quem teve os filhos Rosa Lilia, Roberto José, Elza Maria e Renato José. O corpo foi sepultado às 17 horas da quarta-feira (31), no Cemitério Municipal.

26 de março de 2021

  • José Cicero Ramirez da Silva52 anosLer a nota

    José Cicero Ramirez da Silva era o nome de batismo. ‘Zé Ciço’, ‘Ciço’, ‘Miudinho’, foram apelidos carinhosos colocados por amigos e familiares, entretanto, passou a ser conhecido mesmo por toda a cidade pelo codinome ‘Yuri’. De família humilde, filho de Izabel Ramirez da Silva e Valter Porfírio, Yuri foi criado na Vila Santa Cruz por sua avó Amalia, por quem tinha grande carinho e a visitava diariamente para um cafezinho. No meio familiar, era tido como um ‘paizão’ – em particular para os primos. Yuri teve suas profissões, mas o ramo hidráulico o projetou pela cidade e para a região. Sua última prestação de serviço foi em um hospital em Araraquara. Mas o que o tornou querido por todos foi sua alegria e seu coração gigantesco. Por anos seguidos foi eleito o Rei Momo para abrir dos carnavais matonenses. A folia de rua era sua alegria. Gostava tanto que reuniu amigos e criou o bloco ‘Amigos do Rei’. Outra curtição deste gigante era estar com os amigos para uma boa cerveja gelada no Bar do Maiello, onde tinha um ‘cantinho marcado’. Quanto ao seu coração gigantesco, ah... ele nunca mediu esforços para fazer o bem. Em suas andanças pela cidade, sempre tinha uma casa, uma pessoa, uma família... alguém... que ele percebia a necessidade de ajudar. E assim se reunia aos amigos mais íntimos e dizia: “Em tal lugar precisamos ajudar com uma cesta básica”. E assim era ele... Sem alarde, muitas pessoas foram assistidas. O carnaval se calou, cedeu espaço para a pandemia e a covid-19 ceifou muitas vidas desde 2020. No último dia 21 de março, com apenas 52 anos, o nosso Rei Momo partiu, vítima deste vírus. Descanse em paz, amigo Yuri. Leve o bloco ‘Amigos do Rei’ para cantar em outros planos. Que toda espiritualidade amiga o conduza e conforte a todos os seus.

12 de março de 2021

  • Jarbas TortorelloLer a nota

    Jarbas Miguel Tortorello faleceu por volta das 14 horas do último dia 5. Mais uma das vítimas de covid-19, Jarbas ficou internado no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. Seu corpo foi sepultado no final da tarde do mesmo dia de seu falecimento, devido aos procedimentos adotados para as vítimas da doença. Jarbas nasceu no dia 3 de abril de 1935, nas terras da Fazenda Pau d’Alho (Ottoni Corrêa). Do casamento com Necilde Rivarolli Tortorello, em 8 de janeiro de 1962, vieram Eliane Jussara (a saudosa ‘Goiaba’), Gisela Maria (Zela) e Luciana Mara, todas advogadas. Além de Jarbas, seus pais José Tortorello e Antonia Capovilla Tortorello tiveram outros seis filhos: José Carlos, Luiz Olinto (ambos saudosos), Antonio de Pádua, Maria Estela Tortorello Akiau, Jayme Aparecido e Maria Celeste Tortorello Calegher (Lelé). Como José Tortorello era ferroviário, sua família o seguiu por alguns municípios. Por isso, Jarbas estudou da primeira à terceira série do atual Ensino Fundamental em São José do Rio Preto. A quarta foi concluída em Catanduva, assim como as demais séries do Fundamental. O primeiro ano do Ensino Médio foi cursado em Jaboticabal; os outros dois, em Taquaritinga, onde se formou como professor. Lecionou em escolas de Matão e Dobrada. Em julho de 1958, por concurso, ingressou no Banco do Brasil de Ribeirão Bonito, como escriturário. Imediatamente, foi transferido para Matão. Entre 1959 e 1962, se formou em Economia na Faculdade ‘Moura Lacerda’ (Ribeirão Preto). O curso de Direito foi feito entre 1963 e 1967, na Unesp de Franca. Face a aprovação no concurso para procurador do Estado de São Paulo, foi nomeado para exercer o cargo em Araçatuba, de onde foi transferido para Ribeirão Preto. Prestava serviços naquela cidade, Sertãozinho, Jaboticabal, Guariba e Matão. Em 1972, por concurso, foi nomeado promotor de Justiça, exercendo atividades em São Simão e Jaboticabal, algumas vezes na Capital, devido a convocações. Jarbas foi professor universitário na Faculdade ‘Moura Lacerda’, de 1973 a 1976. Também lecionou em cursos superiores da extinta Associação Matonense de Ensino Superior (Ames) e na atual Uniara. Por concurso público, foi nomeado juiz substituto. Atuou em Birigui, Ribeirão Preto e Nhandeara. Foi juiz titular em Altinópolis e Santa Adélia. Em 1978, foi promovido para Sertãozinho. Depois, nova promoção para juiz de Direito Auxiliar na Capital. Em 1982, foi juiz titular da Segunda Vara Cível de Araraquara. Em 1985, chegou ao Foro Regional da Vila Prudente (Capital), onde se aposentou. Sua família o acompanhou, pois Jarbas residiu na maioria das cidades em que trabalhou até fixar residência em Matão no final de 1985. Jarbas também foi vereador em Matão, de 1964 a 1969, chegando a ser vice-presidente do Legislativo. Jarbas também foi destacado desportista, de artilharias e muitas histórias – inclusive pelo seu time, o Solidariedade. Advogado empresarial a partir de 1985, é autor dos livros ‘Direito Processual Civil Brasileiro’; ‘Acidente de Trabalho’; ‘O Tributo no Universo Jurídico’; ‘Cheque, Moeda e Quase-Moeda’; ‘Viajando pela Estrada de Ferro Araraquara’ e ‘Episódios do Cotidiano - Cronicontos’. Recebeu Votos de Profundo Pesar de todos os vereadores da Câmara Municipal de Matão, em destaque dos edis Sidinei Calabres (China) e Paulo Augusto Bernardi. Duas Missas foram realizadas em memória de Jarbas, em duas igrejas: uma na quarta-feira (10), na Paróquia do Divino Espírito Santo, e outra na quinta-feira (11), na Paróquia de Santa Cruz. Familiares providenciaram esta Nota de Profundo Pesar e de Agradecimento: ‘A dor da despedida se mistura com a lembrança dos momentos inesquecíveis que passamos juntos, dividindo alegrias, comemorações, tristezas. Nas dúvidas, incertezas, era para ele que nos dirigíamos. Sua sabedoria e o seu senso de justiça nos tranquilizavam, confortavam, orientavam, nos aconselhavam, conduzindo-nos a decisões sensatas. Que falta sentiremos! Seu exemplo permanece. Nosso luto é eterno! Agradecemos as equipes

5 de março de 2021

  • Jarbas Miguel Tortorello85 anosLer a nota

    Faleceu, em Matão, JARBAS MIGUEL TORTORELLO, aos 85 anos, vítima da covid-19. Jarbas foi escritor, vereador e, como era comumente conhecido, advogado matonense. Segundo informações, não haverá velório e o enterro já está sendo providenciado. Nossos profundos sentimentos à família e amigos.

2 de fevereiro de 2021

  • Luiz Torchio NetoLer a nota

    Em Nota Oficial, o Hospital Carlos Fernando Malzoni comunicou o falecimento do médico infectologista LUIZ TORCHIO NETO, integrante do corpo clínico do Hospital, na manhã desta terça-feira (2), em decorrência de complicações causadas pela covid-19. A Prefeitura Municipal de Matão, por meio do Decreto nº 5.308, decretou Luto Oficial de três dias no município, a fim de homenagear a memória do importante profissional, pai, esposo e cidadão matonense que ele foi. Torchio será lembrado e reverenciado por todos os relevantes serviços prestados à população. Que seus familiares e amigos possam encontrar conforto neste momento tão difícil.

1 de fevereiro de 2021

  • Tiago Henrique Torchio19 anosLer a nota

    Faleceu em Matão TIAGO HENRIQUE TORCHIO - 19 Anos. Seu corpo será velado no Velório Municipal restrito a família. Seu sepultamento será no Cemitério Municipal de Matão ás 17 horas. Tiago é filho da senhora Maria Lúcia Tella Tórchio e Dr. Luís Tórchio Neto. A todos familiares nossos profundos sentimentos.

18 de janeiro de 2021

  • Luiz Henrique Mistrão45 anosLer a nota

    Faleceu no sábado (16), Luiz Henrique Mistrão, com 45 anos.' Mistrão' era vendedor do Magazine Luiza e muito conhecido por sua alegria. Ele estava internado no Hospital Carlos Fernando Malzoni sendo a causa do óbito um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O sepultamento ocorreu na manhã de domingo (17), no Cemitério Municipal de Matão. Nossos profundos sentimentos, amigos e familiares.

15 de janeiro de 2021

  • Dulce da Silva Dalmiglio98 anosLer a nota

    Dulce da Silva Dalmiglio, a ‘Dona Dulce’, faleceu em decorrência de uma grave infecção urinária, na segunda-feira (11), por volta das 16 horas, após seis dias de internação no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. O corpo foi sepultado na terça-feira (12). Nascida em Matão, no dia 10 de dezembro de 1922, ela completou 98 anos no mês passado. Quinta dos dez filhos de Izabel Rosa de Jesus e Sebastião Correia da Silva, Dulce é irmã de Maria Izabel, Cândida, Lúcia, Conceição, Nadir, Deise, Augusto, João e Oswaldo – sendo vivas Nadir e Deise. Casada com Archimedes Dalmiglio no dia 9 de fevereiro de 1942, ficou viúva em 14 de fevereiro de 1966. O matrimônio gerou Maria Dulce Dalmiglio Lopes (Dulcinha), que foi casada com o saudoso Diógenes Rodrigues Lopes, pais de Flávio Rodrigues Lopes (casado com Solange Sola Lopes, pais de Enrico), Virgínia Rodrigues Lopes Garbim (casada com Carlinhos Garbim, pais de Enzo e Vitor) e Marcel Rodrigues Lopes (casado com Giovanna Davatz). Dulce dedicou 64 anos de sua vida à Sorveteria Dalmiglio, onde preparava as mesmas receitas que a Família Dalmiglio aprimorou por gerações na Itália. Em Matão, a sorveteria foi fundada em 1923, fechando suas portas no dia 14 de setembro de 2006, na altura do nº 948 da Rua Rui Barbosa (Centro). Após decidir que a Sorveteria Dalmiglio deixaria de fazer história para se tornar ‘lenda’, Dona Dulce continuou atendendo a encomendas. Depois, a receita e o modo de preparo foram ensinados a Carlinhos Garbim, marido de Virgínia. Por 42 anos (1964 a 2006), Dulce contou com a sobrinha Maria Aparecida Zambon (Cida) no atendimento aos clientes. A irmã de Dulce, Nadir, também ajudou as duas em 2005 e 2006. “Foram 98 anos bem vividos. Só temos que agradecer por todo legado e trajetória deixados por minha avó, um exemplo de pessoa íntegra, forte, determinada, gentil e com uma fé inabalável. Sua generosidade com os amigos, clientes e familiares jamais foi comedida. Sempre teve amor de sobra naquele coração forte”, relata Virgínia. “Sentir saudades? Muitas! Do seu beijo e do seu abraço afetuosos, dos valiosos conselhos, da sua comida saborosa sempre feita em um minuto, pois seus afazeres sempre eram intermináveis. Era a melhor comida do mundo! Comida de vó, não é assim? Que senso de humor, que inteligência! Prazer e gosto pelas roupas elegantes – como gostava!”, afirma a neta. “Quantas conversas resgatando sempre o passado... Ouvimos incontáveis recitais de poesia e música, pois tinha uma memória invejável. E, lógico, quanto saborear seu incomparável sorvete. Agora, ficam as boas recordações perpetuadas nos exemplos e atitudes. O carinho e reconhecimento da população matonense nos preenche o coração. Descanse em paz, minha avó amada! A senhora cumpriu sua missão com excelência! Te amo além da vida!”, encerra Virgínia. Os familiares agradecem aos médicos Paulo Cicogna, Rodrigo Garcia Todaro e Lucas Martins Massari; às cuidadoras Nilva Aparecida Ezequiel, Telma Zanoni e Andressa Egles dos Santos; à fisioterapeuta Franciela Alves; à terapeuta quântica e oriental / acupunturista Fátima Novaes e a equipe do Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. Agradecem também às enfermeiras do Laboratório São Francisco, em especial Daniela Lúcio Ribeiro Guidoline. A Missa de Sétimo Dia será realizada na Igreja da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Bairro Alto), sábado (16), às 19 horas.

  • Dulce Dedicou64 anosLer a nota

    Dulce da Silva Dalmiglio, a ‘Dona Dulce’, faleceu em decorrência de uma grave infecção urinária, na segunda-feira (11), por volta das 16 horas, após seis dias de internação no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. O corpo foi sepultado na terça-feira (12). Nascida em Matão, no dia 10 de dezembro de 1922, ela completou 98 anos no mês passado. Quinta dos dez filhos de Izabel Rosa de Jesus e Sebastião Correia da Silva, Dulce é irmã de Maria Izabel, Cândida, Lúcia, Conceição, Nadir, Deise, Augusto, João e Oswaldo – sendo vivas Nadir e Deise. Casada com Archimedes Dalmiglio no dia 9 de fevereiro de 1942, ficou viúva em 14 de fevereiro de 1966. O matrimônio gerou Maria Dulce Dalmiglio Lopes (Dulcinha), que foi casada com o saudoso Diógenes Rodrigues Lopes, pais de Flávio Rodrigues Lopes (casado com Solange Sola Lopes, pais de Enrico), Virgínia Rodrigues Lopes Garbim (casada com Carlinhos Garbim, pais de Enzo e Vitor) e Marcel Rodrigues Lopes (casado com Giovanna Davatz). Dulce dedicou 64 anos de sua vida à Sorveteria Dalmiglio, onde preparava as mesmas receitas que a Família Dalmiglio aprimorou por gerações na Itália. Em Matão, a sorveteria foi fundada em 1923, fechando suas portas no dia 14 de setembro de 2006, na altura do nº 948 da Rua Rui Barbosa (Centro). Após decidir que a Sorveteria Dalmiglio deixaria de fazer história para se tornar ‘lenda’, Dona Dulce continuou atendendo a encomendas. Depois, a receita e o modo de preparo foram ensinados a Carlinhos Garbim, marido de Virgínia. Por 42 anos (1964 a 2006), Dulce contou com a sobrinha Maria Aparecida Zambon (Cida) no atendimento aos clientes. A irmã de Dulce, Nadir, também ajudou as duas em 2005 e 2006. “Foram 98 anos bem vividos. Só temos que agradecer por todo legado e trajetória deixados por minha avó, um exemplo de pessoa íntegra, forte, determinada, gentil e com uma fé inabalável. Sua generosidade com os amigos, clientes e familiares jamais foi comedida. Sempre teve amor de sobra naquele coração forte”, relata Virgínia. “Sentir saudades? Muitas! Do seu beijo e do seu abraço afetuosos, dos valiosos conselhos, da sua comida saborosa sempre feita em um minuto, pois seus afazeres sempre eram intermináveis. Era a melhor comida do mundo! Comida de vó, não é assim? Que senso de humor, que inteligência! Prazer e gosto pelas roupas elegantes – como gostava!”, afirma a neta. “Quantas conversas resgatando sempre o passado... Ouvimos incontáveis recitais de poesia e música, pois tinha uma memória invejável. E, lógico, quanto saborear seu incomparável sorvete. Agora, ficam as boas recordações perpetuadas nos exemplos e atitudes. O carinho e reconhecimento da população matonense nos preenche o coração. Descanse em paz, minha avó amada! A senhora cumpriu sua missão com excelência! Te amo além da vida!”, encerra Virgínia. Os familiares agradecem aos médicos Paulo Cicogna, Rodrigo Garcia Todaro e Lucas Martins Massari; às cuidadoras Nilva Aparecida Ezequiel, Telma Zanoni e Andressa Egles dos Santos; à fisioterapeuta Franciela Alves; à terapeuta quântica e oriental / acupunturista Fátima Novaes e a equipe do Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’. Agradecem também às enfermeiras do Laboratório São Francisco, em especial Daniela Lúcio Ribeiro Guidoline. A Missa de Sétimo Dia será realizada na Igreja da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Bairro Alto), sábado (16), às 19 horas.

  • Leyle Gorgatti Zarbin83 anosLer a nota

    Leyle Gorgatti Zarbin faleceu no domingo (10), aos 83 anos, após permanecer internada no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ por 26 dias devido a uma pneumonia. O corpo foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério Municipal de Matão. Ela nasceu em Bálsamo (SP), no dia 5 de maio de 1937, e se mudou para Matão aos sete anos de idade. Exatamente 29 anos depois (7 de maio de 1966), casou-se com Arlindo Zarbin e o casal gerou os filhos Aldo José Gorgatti Zarbin (Zezé, casado com Elisa Souza Orth) e Paulo Henrique Gorgatti Zarbin (Bozó, casado com Claudia Marino Zarbin). Os netos são Sofia Mohallem Zarbin e Vinicius Orth Zarbin (filhos de Zezé) e Juliano Marino Zarbin (filho de Paulo). Os pais de Leyle, Aldo Gorgatti e Julia Botezzini, tiveram cinco filhos – além de Leyle, Leda, Luiz, Lauro e Laerte, dos quais estão vivos Leda e Lauro. Professora, dedicou a vida à educação, trabalhando por 29 anos como concursada no Estado de São Paulo, por 18 anos no Colégio Comercial ‘Professor Afonso Lemos’ (a Escola do Comércio) e por dez anos vinculada à Prefeitura de Matão. Atuou como professora primária no bairro de Silvânia e em escolas rurais no Quadro (distrito de Itápolis) e no Córrego Fundo, de 1957 a 1960. Foi professora de Literatura, Língua Portuguesa, História e Educação Moral e Cívica na EE ‘Professor Henrique Morato’ (1957 a 1987), Etec ‘Sylvio de Matos Carvalho’ (1985) e na Escola do Comércio (1958 a 1976). Foi coordenadora e professora de Língua Portuguesa e Matemática dos cursos de treinamento das seis primeiras turmas da Guarda Municipal de Matão, entre 1987 e 1989. Supervisora e assistente dos projetos especiais de educação da Prefeitura, do extinto ‘Clube do Leitinho’ e ‘Peme’, entre 1989 e 1992. Coordenou concursos públicos da Prefeitura de 1988 a 1996, sendo a responsável pela organização, elaboração, duplicação, aplicação, correção das provas e divulgação do resultado final. Também foi coordenadora, orientadora e responsável pela implementação do Centro Municipal de Ensino Especial para Deficientes Auditivos (Cmees) ‘Edra Cristiane Chiozzini’ (1993 a 1997). Em 1990, foi responsável pela implementação do Curso e Colégio Boa Vista (Anglo), onde atuou como diretora no período de 1990 a 1995. Além disso, exerceu um grande trabalho de voluntariado a partir dos anos 2000, em cursos de alfabetização de adultos, de formação de bombeiros, de formação e orientação a enfermeiras no Cefor/Araraquara, em oficinas pedagógicas em Matão, Araraquara, São Carlos e São Paulo. Destaca-se ainda uma forte atividade filantrópica, em atividades individuais ou ligadas à Igreja Católica, organizando cursos e/ou ministrando aulas em cursos de batismo e de casamento, PLCs, cursos para pais, cursos de eucaristia, como ‘Filha de Maria’, ‘Dama de Caridade’, na Associação Paulista Feminina de Combate ao Câncer de Matão (APFCCM). Foi colaboradora esporádica em diversos veículos de imprensa em Matão e Araraquara, incluindo A Comarca. Recebeu vários prêmios, honrarias e reconhecimentos por sua atuação profissional. Cantava no Coral Santa Cecília e no Coral São José e tinha orgulho em dizer que fez parte da equipe que organizava o ‘Presépio Vivo’ na Chácara Primavera, na década de 1960. A Missa de Sétimo Dia será realizada no sábado (16), às 19 horas, na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão. Professora Leyle Gorgatti Zarbin Às 07h40 do dia 10/01/2021, a cidade de Matão ficou subitamente triste, com a partida de uma de suas filhas mais dedicadas e fiéis. A Professora Leyle Gorgatti Zarbin, que nos deixou aos 83 anos nessa angustiante manhã de domingo, teve sua vida entremeada com a história dessa cidade, não só pelo que viveu – e não foi pouca coisa –, mas principalmente pelo que ouviu contar, dos antepassados das famílias de seu pai e sua mãe, pioneiros na fundação dessa Terra da Saudade. Um arquivo vivo incrível, alicerçado numa memória impressionante que lhe permitia dizer datas, fatos, acontecimentos, nomes, casos, ‘causos’, contos, cantos, cores e um nã

  • Trabalhando Por29 anosLer a nota

    Leyle Gorgatti Zarbin faleceu no domingo (10), aos 83 anos, após permanecer internada no Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ por 26 dias devido a uma pneumonia. O corpo foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério Municipal de Matão. Ela nasceu em Bálsamo (SP), no dia 5 de maio de 1937, e se mudou para Matão aos sete anos de idade. Exatamente 29 anos depois (7 de maio de 1966), casou-se com Arlindo Zarbin e o casal gerou os filhos Aldo José Gorgatti Zarbin (Zezé, casado com Elisa Souza Orth) e Paulo Henrique Gorgatti Zarbin (Bozó, casado com Claudia Marino Zarbin). Os netos são Sofia Mohallem Zarbin e Vinicius Orth Zarbin (filhos de Zezé) e Juliano Marino Zarbin (filho de Paulo). Os pais de Leyle, Aldo Gorgatti e Julia Botezzini, tiveram cinco filhos – além de Leyle, Leda, Luiz, Lauro e Laerte, dos quais estão vivos Leda e Lauro. Professora, dedicou a vida à educação, trabalhando por 29 anos como concursada no Estado de São Paulo, por 18 anos no Colégio Comercial ‘Professor Afonso Lemos’ (a Escola do Comércio) e por dez anos vinculada à Prefeitura de Matão. Atuou como professora primária no bairro de Silvânia e em escolas rurais no Quadro (distrito de Itápolis) e no Córrego Fundo, de 1957 a 1960. Foi professora de Literatura, Língua Portuguesa, História e Educação Moral e Cívica na EE ‘Professor Henrique Morato’ (1957 a 1987), Etec ‘Sylvio de Matos Carvalho’ (1985) e na Escola do Comércio (1958 a 1976). Foi coordenadora e professora de Língua Portuguesa e Matemática dos cursos de treinamento das seis primeiras turmas da Guarda Municipal de Matão, entre 1987 e 1989. Supervisora e assistente dos projetos especiais de educação da Prefeitura, do extinto ‘Clube do Leitinho’ e ‘Peme’, entre 1989 e 1992. Coordenou concursos públicos da Prefeitura de 1988 a 1996, sendo a responsável pela organização, elaboração, duplicação, aplicação, correção das provas e divulgação do resultado final. Também foi coordenadora, orientadora e responsável pela implementação do Centro Municipal de Ensino Especial para Deficientes Auditivos (Cmees) ‘Edra Cristiane Chiozzini’ (1993 a 1997). Em 1990, foi responsável pela implementação do Curso e Colégio Boa Vista (Anglo), onde atuou como diretora no período de 1990 a 1995. Além disso, exerceu um grande trabalho de voluntariado a partir dos anos 2000, em cursos de alfabetização de adultos, de formação de bombeiros, de formação e orientação a enfermeiras no Cefor/Araraquara, em oficinas pedagógicas em Matão, Araraquara, São Carlos e São Paulo. Destaca-se ainda uma forte atividade filantrópica, em atividades individuais ou ligadas à Igreja Católica, organizando cursos e/ou ministrando aulas em cursos de batismo e de casamento, PLCs, cursos para pais, cursos de eucaristia, como ‘Filha de Maria’, ‘Dama de Caridade’, na Associação Paulista Feminina de Combate ao Câncer de Matão (APFCCM). Foi colaboradora esporádica em diversos veículos de imprensa em Matão e Araraquara, incluindo A Comarca. Recebeu vários prêmios, honrarias e reconhecimentos por sua atuação profissional. Cantava no Coral Santa Cecília e no Coral São José e tinha orgulho em dizer que fez parte da equipe que organizava o ‘Presépio Vivo’ na Chácara Primavera, na década de 1960. A Missa de Sétimo Dia será realizada no sábado (16), às 19 horas, na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão. Professora Leyle Gorgatti Zarbin Às 07h40 do dia 10/01/2021, a cidade de Matão ficou subitamente triste, com a partida de uma de suas filhas mais dedicadas e fiéis. A Professora Leyle Gorgatti Zarbin, que nos deixou aos 83 anos nessa angustiante manhã de domingo, teve sua vida entremeada com a história dessa cidade, não só pelo que viveu – e não foi pouca coisa –, mas principalmente pelo que ouviu contar, dos antepassados das famílias de seu pai e sua mãe, pioneiros na fundação dessa Terra da Saudade. Um arquivo vivo incrível, alicerçado numa memória impressionante que lhe permitia dizer datas, fatos, acontecimentos, nomes, casos, ‘causos’, contos, cantos, cores e um nã

15 de dezembro de 2020

  • Técnico Marcelo Veiga56 anosLer a nota

    O técnico Marcelo Veiga, de 56 anos, faleceu na segunda-feira (14). Ele estava internado na Santa Casa, em Bragança Paulista, com Covid-19. Marcelo Veiga estava no comando do São Bernardo, na Copa Paulista. Em novembro, ele testou positivo para Covid-19 e foi afastado para cumprir isolamento. No dia 20 do último mês, foi internado na UTI da Santa Casa de Bragança Paulista por complicações com a doença. Marcelo Veiga foi um treinador com passagens por equipes do interior de São Paulo e outros estados do país. Entre os clubes que dirigiu, destaque para Bragantino, onde teve seis passagens e conquistou a Série C de 2007, o Botafogo-SP, onde venceu a Série D de 2015, Matonense, Guarani, América-RN, São Caetano, Portuguesa, São Bernardo, Remo e Ferroviário-CE.

9 de novembro de 2020

  • Tânia Mara Mancini Bambozzi56 anosLer a nota

    Faleceu na noite deste domingo (08), com 56 anos de idade, a enfermeira Tânia Mara Mancini Bambozzi, que estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Carlos Fernando Malzoni há algum tempo e lutava contra um câncer no pulmão. Tânia era casada com José Bambozzi. Além de enfermeira responsável pelo Centro de Saúde, ministrava aulas para o curso Técnico em Enfermagem na Etec Sylvio de Mattos Carvalho. A Prefeitura de Matão manifesta profundo pesar e decretou luto oficial de três dias. A Secretaria Municipal de Saúde, informa que nesta segunda-feira (09), o Centro de Saúde - local onde a enfermeira trabalhava - estará fechado no período da manhã, voltando o atendimento ao público às 11h30.

14 de setembro de 2020

  • Luiz Carlos Ferreira71 anosLer a nota

    Morreu hoje aos 71 anos de idade o treinador Luiz Carlos Ferreira, o Ferreirão. Conhecido como "Rei do Acesso", ele lutava contra um câncer, mas não resistiu. Ele morreu em casa, na cidade de Leme, no interior de São Paulo. Ainda não há informações sobre velório e enterro. Ferreirão se tornou um dos maiores personagens do futebol do interior paulista. Ele foi o responsável por acessos e títulos comandando equipes como Marília, Matonense, São Caetano, Santo André, XV de Piracicaba, Guarani, Paulista, Inter de Limeira, Corinthians de Presidente Prudente e outros. O técnico teve carreira curta fora do futebol paulista, com passagens por Brasiliense, Maringá, Figueirense, Remo e Sport. Longe dos clubes do interior, no entanto, ele não teve o mesmo brilho. O Juventus, time que Ferreirão comandou no acesso da Série A3 para a A2 em 2012, lamentou a morte do técnico. "É com grande pesar que o Clube Atlético Juventus comunica o falecimento do ex-treinador do Juventus, Luiz Carlos Ferreira, conhecido como o Rei do Acesso. Ferreira foi o responsável pela campanha do acesso do Juventus da Série A3 para A2, em 2012", publicou o clube em seu site oficial.

11 de setembro de 2020

  • Wilson Rodrigues64 anosLer a nota

    O radialista Wilson Rodrigues faleceu em sua residência, por volta das 13h30 da terça-feira (8), vítima de infarto, aos 64 anos. Após ser velado no Velório Municipal, seu corpo foi sepultado no final da tarde da mesma terça-feira. Nascido no dia 3 de maio de 1956 e registrado no dia 15 de agosto do mesmo ano, em Cianorte (PR), chegou a Matão em 1974. Wilson deixa a esposa Lídia Pedroso Rodrigues e os filhos Marcos Vinicius, Fernanda e Mateus (casado com Mayara Franceschini Cicogna Rodrigues). “Como sempre fizemos por toda vida, almoçamos juntos. Meu pai sofreu o infarto ao meu lado, no sofá, por volta das 12h30. Eu o socorri ao fazer massagem cardíaca e o Samu chegou logo após, continuando a tentativa, mas os batimentos voltaram em baixa intensidade por duas vezes. A morte foi constatada por volta das 13h30”, resume Marcos. Quinto filho dos saudosos Geraldo Rodrigues e Clementina Valim Rodrigues, Wilson tem os irmãos Walter, Wilma, Aparecida, Fátima, Waldir, Ademir e Walmir. Casou-se no dia 17 de janeiro de 1981 com Lídia. “Meu maior e melhor amigo. Ensinou princípios de vida para nós. Com pouco estudo, mas muito empenho e dedicação, possibilitou que eu e meus irmãos nos formássemos em cursos superiores”, diz Marcos. “Cuidou muito bem de nossa mãe. Quando minha avó Clementina morreu, ele assumiu a casa, conseguiu empregos para tios. Devoto de Nossa Senhora Aparecida, exerceu muito a sua religiosidade. Auxiliava a todos que ele podia, de uma forma ou de outra. Um homem honesto, organizado, brincalhão, agregador. Sobretudo, um vitorioso! Se posso considerar alguém herói, é meu pai”, sintetiza Marcos. A CARREIRA Wilson começou fazendo locução nas quermesses da comunidade católica Nossa Senhora Aparecida (Bairro Alto). A radiofonia teve início na Morada do Sol, onde trabalhou de 1981 a 1983. Depois foi para a Rádio Notícias AM (atual Rádio Cidade FM), atuando de 1983 a 1985. Ficou praticamente um ano em Bauru e voltou para a Rádio Notícias em 1986, onde permaneceu até 1992, quando ingressou na Rádio Saudades FM. Desportista apaixonado – sobretudo por futebol – atuou na Saudades por 24 anos, integrando o ‘Redação 90 nos Esportes’ (1992 a meados de 1997), ‘Mistura que dá’ (meados de 1997 a 11 de dezembro de 1999) e ‘Saudades Esporte Clube’ (daquela data até junho de 2016). Depois, este programa recebeu a denominação de ‘Redação 90’. Sua dedicação intensa também se deu junto ao ‘Bom de Bola, Bom na Escola’, projeto cujas atividades começaram em 29 de abril de 2002. O projeto foi desenvolvido pelo Grupo Fischer até a Citrosuco S/A Agroindústria assumi-lo em maio de 2013. Em janeiro de 2017, o projeto foi terceirizado para a Associação Atlética Bom de Bola, Bom na Escola, continuando com apoio da Citrosuco. O apoio da empresa foi encerrado em junho de 2017 e a mencionada associação tentou manter o projeto, mas não obteve sucesso por falta de apoio/patrocínio, encerrando o ‘Bom de Bola, Bom na Escola’ em julho de 2017. A associação teve Wilson à frente, acompanhado de sua família. Por enquanto, a associação está mantida, mas seus responsáveis estão incertos quanto à continuidade. Os garotos treinaram em alguns campos de Matão antes do projeto ganhar uma sede própria no campo do Parque Aliança, por permissão de uso por parte da Lei nº 3.424 (24 de março de 2004) do saudoso ex-prefeito Jayme Gimenez. Esta legislação foi revogada pela Lei nº 5.070 (13 de junho de 2017), do prefeito Edinardo Esquetini, que permitiu o uso do Estádio ‘Luizinho Pereira’ na Vila Maria. Depoimentos “Um amigo proativo, solidário, que esteve debaixo do meu guarda-chuva pelo menos duas vezes quando cobríamos no gramado a participação da Matonense na Série A-1 e ‘choveu pra dedel’. Fizemos juntos a jornada no kart dos Irmãos Pinotti (Hugo, Rodrigo e Thiago) e, menos vezes, as de Antonio Carlos Chiozzini Júnior (Juninho) e Ricardo Pedro em Ribeirão Preto. Nas Copas do Mundo, a pedido de Serginho Gabriel (editor de A Comarca), ele me transmitiu seus prognósticos sobre

8 de setembro de 2020

  • Walter Cardim86 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: WILSON RODRIGUES - 64 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e o sepultamento será realizado no Cemitério Municipal de Matão, às 17 horas. O repórter Wilson Rodrigues nasceu no Paraná, mas constituiu família em Matão, onde se casou com Lídia. Trabalhou na Rádio Notícias, depois na Rádio Saudades e na TVM. Residia no Jardim São José e nos últimos anos prestava serviços junto ao padre Samir. Bugaloo, como era chamado pelos amigos radialistas, contribuiu muito para o sucesso das emissoras matonenses com seu trabalho. WALTER CARDIM - 86 anos. O empresário do ramo de construção civil residia no Centro e era casado com Neusa Cardim. Os horários do velório e do sepultamento ainda não foram definidos.

20 de julho de 2020

  • Luiz Marchesan92 anosLer a nota

    O Hospital Carlos Fernando Malzoni informou na noite deste domingo (19), o falecimento do sr. Luiz Marchesan, sócio da entidade e pai do Diretor Presidente, João Carlos Marchesan. Um dos mais importantes e destacados empresários de Matão e do Brasil, jamais deixou de colaborar com a entidade, sendo seu falecimento sentido por toda a comunidade matonense. Enviamos a família Marchesan nossas sinceras condolências. O sr. Luiz Marchesan faleceu aos 92 anos, seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal de Matão. Câmara de Matão Decreta Luto Oficial A Câmara Municipal de Matão decreta luto oficial de três dias pelo falecimento do empresário Luiz Marchesan. O presidente da Câmara Municipal de Matão, Luiz Manzini, em nome de todos os vereadores, decretou luto oficial de três dias pela morte do empresário Luiz Marchesan, ocorrido neste domingo (19). As bandeiras do município, do estado e brasileira vão permanecer à meio mastro nesse período. “O povo matonense se despede de um líder e empresário. Ele ajudou a transformar nossa cidade, deixando seu legado pra sociedade. A Câmara de Matão tem suas bandeiras a meio mastro em homenagem a ele. Nossos sentimentos à família”, disse o presidente da Câmara, vereador Luis Manzini.

29 de junho de 2020

  • Antonio Ferreira de Freitas76 anosLer a nota

    Faleceu em Matão ANTONIO FERREIRA DE FREITAS - 76 anos. Seu corpo será velado no Velório Municipal a partir das 12 horas e o seu sepultamento será no Cemitério Municipal de Matão ás 15 horas. Antonio Ferreira de Freitas era advogado e ex-presidente desta subseção. A OAB/Matão, envia votos de pêsames à família.

4 de junho de 2020

  • Maria Aparecida de Moraes Ferro85 anosLer a nota

    Faleceu em Matão na manhã desta quinta-feira (4), Maria Aparecida de Moraes Ferro, aos 85 anos, vítima de infarto. Seu corpo foi velado no Velório Municipal e seu sepultamento ocorreu ás 15h30 no Cemitério Municipal de Matão. Era viúva do senhor Walter Ferro, com quem tiveram os filhos Rosane (Zane), Paulo (Paulinho), Walter (prof. Preto) e Nelson (Nel ). Dona Maria Moraes, como era conhecida, residia na Avenida Saldanha da Gama, no Centro. Era uma mulher de Deus! Professou sua fé, praticou a caridade, consolou os aflitos, acolheu e aconselhou os desamparados que encontrou pela vida. Que ela descanse em paz junto aos 'anjos do Senhor', como ela gosta de dizer. Nossos sentimentos á família.

  • Maria Cecília Gamberini Fortes de Arruda65 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: MARIA CECÍLIA GAMBERINI FORTES DE ARRUDA - 65 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 5, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal de Matão, às 10h. Maria Cecília era casada com o ex- jogador de basquete Etevaldo (Goiano) e deixa os filhos Leandro, Leonardo, Matheus e netos. Cecília era professora de Educação Física. Lecionou durante anos na escola Chlorita de Oliveira Penteado Martins, onde contribuiu para a formação de atletas e cidadãos. Seu falecimento foi decorrente de complicações causadas pelo câncer.

13 de abril de 2020

  • Wladimir Rodrigues Lopes86 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: Wladimir Rodrigues Lopes - 86 anos. Seu corpo será velado no Velório Municipal, sala 2, a partir das 7h30. Seu sepultamento será no Cemitério Municipal de Matão, às 10h30. Wladimir foi presidente do Lions Clube de Matão no ano de 1973, ele e a esposa fazem parte do clube desde 1969, sendo um dos casais assossiados mais antigos. Segundo informações, tinha insuficiência renal e diabetes. Deixa esposa Marilena e os filhos Fábio, Mônica, Cristina e Adriana.

8 de abril de 2020

  • Claudio Franciscatte64 anosLer a nota

    Falecerem em Matão. APARECIDA NERO VICENTE - 88 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento será no Cemitério Municipal de Matão, às 10h30. CLAUDIO FRANCISCATTE - 64 anos. Seu corpo será velado no Velório Municipal, a partir das 14h, e seu sepultamento será no Cemitério Municipal de Matão, às 17h.

5 de abril de 2020

  • Carlos Venancio Picchi63 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: CARLOS VENANCIO PICCHI - 63 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal de Matão, às 10h, no domingo (5).

28 de março de 2020

  • Julio Capitulino Gomes94 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: IDA MONNAZZI RIZZO - 96 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h. SAMARA DE SOUZA COSTA - 8 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h30. JULIO CAPITULINO GOMES - 94 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 3, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h30.

  • Samara de Souza Costa8 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: IDA MONNAZZI RIZZO - 96 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h. SAMARA DE SOUZA COSTA - 8 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h30. JULIO CAPITULINO GOMES - 94 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 3, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h30.

  • Ida Monnazzi Rizzo96 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: IDA MONNAZZI RIZZO - 96 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h. SAMARA DE SOUZA COSTA - 8 anos. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal, às 9h30. JULIO CAPITULINO GOMES - 94 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 3, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h30.

14 de março de 2020

  • Dirce Barbosa dos Santos Monteiro61 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: DIRCE BARBOSA DOS SANTOS MONTEIRO - 61 anos. Seu corpo está sendo velado na Igreja Assembleia de Deus, Av. Campos Salles,1345-Bairro Alto-Matao-SP, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h.

9 de março de 2020

  • Alfredo de Oliveira Filho72 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: LEONIDIO BORGES DE CARVALHO (LEO) - 85 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 13h30. ALFREDO DE OLIVEIRA FILHO - 72 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h.

5 de março de 2020

  • Juventina Cerqueira86 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: JUVENTINA CERQUEIRA - 86 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 13h30.

2 de março de 2020

  • Natalina Gasparini Menzani88 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: JOSE AUGUSTO FERREIRA - 86 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h. NATALINA GASPARINI MENZANI - 88 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h.

  • Jose Augusto Ferreira86 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: JOSE AUGUSTO FERREIRA - 86 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h. NATALINA GASPARINI MENZANI - 88 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h.

29 de fevereiro de 2020

  • Maria Rosa de Jesus Santana99 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: MARIA ROSA DE JESUS SANTANA - 99 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 13h30.

27 de fevereiro de 2020

  • Antonio Tosi93 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: DIRCE CORREA DE SOUZA - 86 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 15h. ANTONIO TOSI - 93 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h.

  • Dirce Correa de Souza86 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: DIRCE CORREA DE SOUZA - 86 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 15h. ANTONIO TOSI - 93 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h.

24 de fevereiro de 2020

  • Luiz Carlos Barbosa58 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: LUIZ CARLOS BARBOSA - 58 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 8h30.

21 de fevereiro de 2020

  • Delfino Stenle81 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: DELFINO STENLE - 81 anos . Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2 , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 8h30. CARLOS HENRIQUE CORREA (CARLINHO) - 47 anos Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 9h.

19 de fevereiro de 2020

  • Onofre Soares Ribeiro82 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: ONOFRE SOARES RIBEIRO - 82 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h00.

18 de fevereiro de 2020

  • Maria Jose Iecenjo de Aguiar70 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: DOLORES BERNICHI (DONA LOLA) - 70 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Almeida- Araraquara, sala- A , e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 16h30. MARIA JOSE IECENJO DE AGUIAR - 70 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 9h00.

17 de fevereiro de 2020

  • Percio Vensão88 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: JOAO DE ANDRADE - 70 anos . Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h. PERCIO VENSÃO - 88 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 16h30.

  • Joao de Andrade70 anosLer a nota

    Faleceram em Matão: JOAO DE ANDRADE - 70 anos . Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 17h. PERCIO VENSÃO - 88 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 16h30.

14 de fevereiro de 2020

  • Belanisa Rosa de Brito82 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: BELANISA ROSA DE BRITO - 82 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 10h30.

13 de fevereiro de 2020

  • Aurelino Batista da Silva82 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: AURELINO BATISTA DA SILVA - 82 anos. Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 2, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 13h30.

12 de fevereiro de 2020

  • Luiz Lucio Marinelli55 anosLer a nota

    Faleceu em Matão: LUIZ LUCIO MARINELLI - 55 anos . Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal, sala 1, e seu sepultamento acontecerá no Cemitério Municipal, às 8h30.