Eleições 2026: Auditoria verifica funcionamento de urnas eletrônicas
Procedimento teve votação simulada, conferência do boletim e nova lacração
Fonte: Natali Galvão - free lancer, postado por Natali Galvão
Foto: Foto: Natali Galvão

O juiz eleitoral Eduardo Alexandre Young Abrahão, a promotora eleitoral Daniela Baldan Rein, a chefe do Cartório Eleitoral, Talita Cristina Lopes Banhos Paula, e a técnica judiciária Larissa Benite Grabosky realizaram na manhã da quarta-feira (30), no Cartório Eleitoral, uma auditoria de seis urnas eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições 2026 em Matão e Dobrada.
As seis urnas auditadas foram escolhidas aleatoriamente entre as 266 urnas preparadas. Desse total, 238 serão destinadas às seções eleitorais de Matão e Dobrada, enquanto outras 28 ficarão reservadas para contingência, caso seja necessária a substituição de algum equipamento no dia da votação.
A preparação dos equipamentos teve início no último dia 23 e segue até sábado (3), quando as urnas serão encaminhadas aos 35 locais de votação – 32 em Matão e três em Dobrada. Segundo o juiz Eduardo Abrahão, até a conclusão dos trabalhos, serão realizados os procedimentos necessários para verificar a integridade e o funcionamento dos equipamentos.
SIMULAÇÃO
Na manhã da quarta-feira (30) foi realizada uma votação simulada em uma das urnas escolhidas aleatoriamente, com a participação de cinco pessoas. O objetivo foi conferir se os votos digitados na urna eram registrados corretamente e correspondiam às informações apresentadas no Boletim de Urna (BU). “Fizemos uma votação simbólica, aberta, e acompanhamos para termos a certeza de que aquilo que todos digitaram era exatamente o que saiu impresso no Boletim de Urna”, afirmou o juiz.
Após a votação simulada, os registros foram conferidos com o conteúdo do boletim emitido pelo equipamento. “Colocamos cinco pessoas para votar, conferimos as cinco cédulas e o resultado foi exatamente o que constou no boletim”, relatou Abrahão. Concluído o teste, o equipamento foi novamente lacrado e o procedimento foi registrado em ata. “Como tivemos que romper o lacre de uma urna eletrônica para colocá-la em funcionamento, lacramos o equipamento novamente e registramos em ata”, explicou.
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