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Polícia

Major Rodrigo Lopes foi para Rio Claro

Trabalho no 37º BPM/I teve início no último dia 15 de junho

Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão

Foto: Rogério Bordignon

O major Lopes. "A promoção abre caminho para contribuir com a melhoria das condições de serviço dos nossos policiais militares"
O major Lopes. "A promoção abre caminho para contribuir com a melhoria das condições de serviço dos nossos policiais militares"

No dia 24 de maio, Rodrigo Adriano Lopes foi promovido ao posto de major da Polícia Militar (PM), conforme publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo sob a assinatura do governador Tarcísio de Freitas. Em razão da nova patente, major Lopes deixou o Comando da 4ª Companhia da PM (Matão, Santa Ernestina, Dobrada e Motuca) e foi transferido para o 37º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), sediado em Rio Claro, onde assumiu a função de subcomandante de Batalhão. Segue entrevista com o major Lopes.

O que significa atuar neste novo posto?

Trabalhar como capitão da Polícia Militar por cerca de nove anos me proporcionou um grande amadurecimento profissional. Passamos quase um terço da carreira nesse posto. É uma oportunidade na qual exercemos o comando pleno de uma fração de tropa e somos diretamente responsáveis pela segurança de milhares de pessoas. Neste sentido, entendo que – graças ao trabalho incansável e à dedicação dos policiais que compõem o efetivo da nossa Companhia, somado ao apoio da família, das autoridades municipais, dos empresários e dos amigos que sempre se fizeram presentes nos momentos de dificuldade – conseguimos atingir nossos objetivos. A promoção a major encerra esse ciclo da carreira, abrindo caminho para novos desafios e para a oportunidade de contribuir com a melhoria das condições de serviço dos nossos policiais militares.

Desde quando ocorre sua atuação em Rio Claro?

Meu trabalho em Rio Claro começou no último dia 15 de junho, data em que me apresentei oficialmente no 37º BPM/I. Em 2017, quando fui promovido a capitão e classificado no 10º BPM/I, de Piracicaba, conheci de perto o trabalho do 37º BPM/I, de Rio Claro. Ambas as unidades pertencem ao mesmo grande Comando Regional, o Comando de Policiamento do Interior nº 9 (CPI-9), sediado em Piracicaba. Além disso, Rio Claro compartilha muitas características socioeconômicas e desafios operacionais em comum com os municípios que compõem a nossa macrorregião, como Matão, Araraquara e São Carlos.

O senhor pretende buscar uma atuação mais próxima de Matão?

Na atual estrutura da Polícia Militar de São Paulo, as companhias territoriais são comandadas exclusivamente por oficiais no posto de capitão ou, na ausência deste, de forma interina por um tenente. Exercer a missão em um local próximo da família e dos amigos é um privilégio que todos almejamos. No entanto, tudo acontece no tempo de Deus. Devemos seguir firmes nos propósitos que nos foram confiados, trabalhando com muito afinco, dedicação e lealdade ao Comando da PM, à nossa tropa e à sociedade, desenvolvendo o melhor trabalho possível nas condições que nos são apresentadas.

Quais são os próximos postos na carreira acima de major?

Os próximos postos na hierarquia da Polícia Militar são o de tenente-coronel e, por último, o de coronel. Alcançar o topo da carreira, ainda na ativa, é um objetivo natural para os oficiais da instituição. Trata-se de um enorme desafio institucional e pessoal, que só é alcançado por meio de muito esforço, retidão e dedicação contínua ao longo dos anos.

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