Claudia Sandrini lança livro na Casa da Cultura
'Divina Mente Consciente' é apresentado nesta sexta-feira (6)
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Acervo A Comarca

‘Best Seller’ na Amazon, o livro ‘Divina Mente Consciente’ tem 189 páginas e foi publicado pela editora Gentecombooks. Foi lançado inicialmente em São Paulo, no último dia 10 de dezembro, na Livraria da Vila (Shopping Pamplona), onde teve excelente receptividade do público.
Após o sucesso do lançamento na capital paulista, a obra chega a Matão. “O lançamento na cidade representa não somente uma celebração, mas um retorno simbólico às memórias da alma, ao território que favoreceu o recolhimento, a escuta interior e a finalização do livro”, comenta a autora Claudia Sandrini.
O lançamento em Matão acontecerá às 19 horas desta sexta-feira (6), na Casa da Cultura ‘Prefeito Armando Bambozzi’. Contará com coquetel especial e apresentação musical conduzida pelo maestro Danilo Gomez, criando um ambiente de arte, sensibilidade e conexão. Sobre o lançamento do livro, A Comarca entrevistou Claudia.
Como ‘Divina Mente Consciente’ se originou?
O livro nasceu a partir da trajetória dos meus ancestrais, especialmente dos meus avós e da minha mãe. A narrativa surge como um gesto de honra às histórias que vieram antes, revelando memórias, silêncios, dores e forças que atravessam gerações. Inspirada em vivências reais, a obra reconhece que a história pessoal é inseparável da história familiar e que compreender as próprias raízes é um caminho legítimo para a libertação interior. Trata-se de uma história de amor, perdas e expansão da mente, inspirada em fatos reais. A narrativa atravessa emoções profundas e convida o leitor a um olhar ampliado sobre a vida, as relações familiares e a jornada de autoconhecimento.
Qual a proposta do livro?
É conduzir o leitor a um processo de consciência profunda, convidando-o a deixar para trás aquilo que não lhe pertence, padrões herdados, dores antigas e repetições inconscientes, e a seguir somente com o que é genuinamente seu. Por meio de uma narrativa sensível e acessível, a obra aborda os vínculos invisíveis que conectam gerações, promovendo pertencimento, reconciliação e expansão da consciência, sem recorrer a conceitos técnicos, mas à experiência humana, emocional e espiritual.
Como ocorreu o processo de escrevê-lo?
A escrita do livro teve início em 2002 e foi concluída em 2025. Durante mais de duas décadas, o texto permaneceu como um sonho guardado, amadurecendo silenciosamente à espera do tempo certo para ganhar forma. Foi no período em que passei a viver em Matão que esse sonho encontrou espaço para se concluir. A cidade, com seu ritmo, sua quietude e suas ressonâncias afetivas, despertou lembranças profundas, favorecendo o recolhimento, a escuta interior e a reconexão com minhas raízes. Nesse ambiente, a escrita pôde finalmente se encerrar. A conclusão da obra simboliza o fechamento de um ciclo e a abertura de outro, marcado por maturidade, coragem e verdade.
Qual a sinopse?
Entre a dor e o milagre de existir, nasce ‘Divina Mente Consciente’, uma história inspirada em fatos reais, que revela o poder oculto da alma em meio às sombras da vida. Divina, uma mulher marcada por perdas, abusos e silêncios, carrega em si o peso das feridas ancestrais e o dom da sensibilidade. Sua trajetória, da infância violada à busca pela liberdade e pela própria verdade, é um mergulho profundo no inconsciente, onde o sofrimento se transforma em sabedoria e o amor em expansão. Guiada por forças invisíveis e encontros que desafiam a lógica humana, Divina descobre que nada está separado, nem a dor da cura, nem o passado do presente, nem o humano do divino. Entre revelações espirituais, sonhos e recomeços, ela desperta para a consciência de que Deus é pura energia e habita dentro de cada um de nós, convidando-nos a recordar quem realmente somos. Mais do que uma narrativa, ‘Divina Mente Consciente’ é um chamado à alma; um convite para olhar além das aparências, curar feridas invisíveis e compreender que toda queda é, na verdade, um início sagrado de ascensão.
A quem você dedica esse livro?
Essa obra é dedicada, com amor e gratidão, à minha mãe Iraci Sandrini, ao meu pai Job Sandrini, à minha avó Claudemira, ao meu avô José e a todos os meus irmãos, aos que caminham comigo, aos que caminham separados e aos que vieram somente para tocar a linha entre as dimensões.
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