Matão registra superávit expressivo na balança comercial
Levantamento do Ciesp-SP corresponde ao período de janeiro a agosto deste ano
Fonte: Rogério Bordignon com informações da Assessoria de Comunicação do Ciesp-SP, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação

Matão vem se destacando no cenário econômico regional com resultados expressivos na balança comercial. De janeiro a agosto deste ano, o município registrou US$ 1,07 bilhão em exportações – crescimento de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações somaram US$ 28,1 milhões, o que representa uma queda de 26,8%. Com isso, o município alcançou um superávit comercial de mais de US$ 1 bilhão no período. Os dados foram divulgados pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) com base em informações oficiais do comércio exterior brasileiro.
Entre os principais produtos exportados, preparações de produtos hortícolas lideram com folga, representando mais de 84% das exportações totais, com um crescimento de 70,3%. Outros destaques, segundo o Ciesp, incluem produtos de perfumaria, resíduos da indústria alimentícia e máquinas e instrumentos mecânicos. Nas importações houve retração significativa em itens industriais como máquinas, equipamentos elétricos e sementes oleaginosas, indicando possível desaceleração nos investimentos ou reorganização das cadeias produtivas locais.
Estados Unidos (41%), Bélgica (39,8%) e Holanda (4,5%) foram os principais destinos das exportações de Matão. Quanto às importações, os maiores fornecedores foram China (36,1%), Estados Unidos (19,5%) e Índia (8,7%). “Os dados reforçam o protagonismo de Matão e dos municípios que compõem a nossa Regional no cenário econômico do Estado”, resume Fernanda Costa Pereira Lula, coordenadora regional do Ciesp-Matão.
“O crescimento expressivo nas exportações mostra a força das nossas empresas, especialmente nos setores de alimentos processados e tecnologia agrícola. O Ciesp-Matão segue comprometido em apoiar o desenvolvimento industrial, promovendo articulação entre o setor produtivo e o poder público para fortalecer ainda mais a nossa competitividade”, resume Fernanda.
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