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Cidade

Um balanço trimestral das chuvas

Defesa Civil participou de dois simulados nos meses de junho e julho

Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão

Foto: Divulgação

Simulados na Brasilux Tintas. Participações da empresa, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil
Simulados na Brasilux Tintas. Participações da empresa, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil

No último mês de maio, a média pluviométrica dos cinco pontos de coleta nos quais A Comarca busca informações foi de 2,58 milímetros, quantidade que deixou o mês bem abaixo da média de chuva para maio, pois registros da Fazenda Citrícola (propriedade da Terral Agro, localizada em Gavião Peixoto, mas na divisa com Matão) trazem média de 50 milímetros para os meses de maio desde 1914.

Em maio foram registrados: 0,3 milímetro de chuva na Citrícola; 3,8 na Estação Meteorológica da Prefeitura (Centro); 2,5 na residência de Noedir Bordignon (Bairro Alto); 5,8 na Casa da Agricultura ‘Paulino Rossi’ (Centro); e 0,5 no Sindicato Rural Patronal (Nova Matão).

Comparando o que choveu na Citrícola (0,3, considerando zero milímetro de chuva) com a média de lá, foram dez meses de maio nos quais choveu zero milímetro ou menos de um milímetro desde 1914 (1914, 1927, 1934, 1943, 1944, 1945, 1952, 1963, 1977 e 1980), ou seja, há 45 anos não chovia zero milímetro ou quantidade abaixo de um milímetro por lá. Levando em consideração a média de 2,58 (aproximada para três milímetros), foram 11 meses de maio menos chuvosos desde 1914, sendo que também choveu três milímetros em 1918, 1921, 1930 e 1950.

No último mês de junho, a média dos cinco pontos foi de 47,32 milímetros, quantidade que deixa o mês passado acima da média da Citrícola para junho desde 1914, que é de 37 milímetros. Em junho foram 41 milímetros na Citrícola; 48,8 na Prefeitura; 53 na residência de Noedir; 46,8 na Casa da Agricultura; e 47 no Sindicato Rural Patronal. Comparando o que choveu na Citrícola (41), foram 34 meses de junho nos quais choveu mais de 41 milímetros. Considerando a média de 47 dos cinco pontos, foram 32 meses de junho mais chuvosos desde 1914.

E no último mês de julho choveu 15,5 milímetros na Citrícola; 13,6 na Prefeitura; 10,5 na residência de Noedir; 18 na Casa da Agricultura; e 18 no Sindicato Rural Patronal, perfazendo uma média de 15,12 milímetros. Referindo-se à quantidade pluviométrica da Citrícola (15,5), por lá caiu mais água em 50 meses de julho desde 1914. Levando em conta a média de 15 milímetros nos cinco pontos, pode-se considerar que também foram 50 meses com quantidade maior desde quando os registros são feitos. A média pluviométrica histórica para o mês de julho é de 25 milímetros.

DEFESA CIVIL

No mês de maio, as ocorrências e atendimentos realizados pela Defesa Civil de Matão foram estes: três fogos em resíduos sólidos; dois cortes de árvores; dois fogos em vegetação; dez construções/reformas de aceiros e dois outros.

No mês de junho foram dois fogos em vegetação; um fogo em resíduos; dois incêndios em edificação; uma retirada de veículo encalhado; três capturas e solturas em locais apropriados de abelhas/marimbondos; duas vistorias em edificação; uma sinalização em via pública e um simulado.

“Participamos do ‘Simulado de vazamento de amônia em indústria do ramo alimentício’ protagonizado pela Louis Dreyfus Group, com participação do Corpo de Bombeiros, realizado no último dia 30 de junho”, relata Luciano Gonçalves Leite, gerente de Proteção e Defesa Civil.

Os atendimentos ocorridos no mês de julho foram cinco fogos em vegetação; dois fogos em descarte irregular de resíduos; uma captura e soltura em local apropriado de abelhas/marimbondos e duas outras atividades.

“Também realizamos um simulado na Brasilux Tintas, juntamente com o Corpo de Bombeiros e brigadistas da empresa. Estes exercícios são de suma importância, uma vez que, além de servirem como treinamento para as equipes, também trazem interação dos órgãos de Segurança Pública com o setor privado, tornando a relação mais próxima, fortalecendo o vínculo nos momentos de crises ou sinistros”, comenta Luciano.

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