Matonenses participaram da 99ª São Silvestre
Corrida Internacional realizada no último dia 31 de dezembro teve 37.500 atletas inscritos
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação

Com 37.500 atletas inscritos, a 99ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre aconteceu no último dia 31 de dezembro, em São Paulo (Capital). “Foi uma boa mostra do que será a centésima edição”, diz José Claudemir de Deus que, aos 62 anos, disputou a São Silvestre pela 9ª vez consecutiva.
“Esta edição foi melhor organizada que as anteriores, desde a entrega dos kits – camiseta, número do atleta com chip de cronometragem e sacochila – que aconteceu de forma muito rápida, praticamente sem filas, no Pavilhão da Bienal (Parque Ibirapuera), onde os atletas puderam ver a Expo São Silvestre”, comenta Claudemir.
“Pela primeira vez na história, a São Silvestre teve ondas de largada, ou seja, além de dividir os corredores em três grupos de acordo com o ‘pace’ dos atletas (ritmo médio em que é percorrido um quilômetro), como já ocorria nas edições anteriores, nessa edição partiu um grupo por vez, com intervalo de alguns minutos entre os demais grupos, para que a corrida fluísse melhor”, reporta Claudemir.
Além dele, outros seis corredores de Matão disputaram esta 99ª edição da mais famosa corrida de rua do Brasil. André Bento, em sua quinta participação; Heloisa Marchetti e seu namorado Tulio Lima, ambos pela terceira vez; Adriano Donizete de Oliveira (DJ Dreks), pela segunda vez; os irmãos gêmeos Alexandre Estevão e Cássio Leonardo Carrara, ambos também pela segunda vez.
“Fechar o ano com a São Silvestre é uma grande recompensa pelo esforço dos treinos nos 12 meses anteriores. A energia dessa prova é algo incomparável”, considera Cássio. “A São Silvestre é uma festa, uma consagração do esporte. Correr pelas ruas de São Paulo no último dia do ano é simbólico, pois encerra com chave de ouro o ano esportivo para muitas pessoas que se dedicam ao atletismo”, comenta Alexandre. “Cada São Silvestre é uma emoção sem comparação”, sintetiza Claudemir.
O campeão foi o queniano Wilson Too, com o tempo de 44 minutos e 21 segundos (44’21’’). Em 2º lugar ficou Joseph Panga (Tanzânia, com 44’51’’); em 3º, Reuben Poghisho (Quênia, 45’26’’); em 4º, o melhor brasileiro, Jhonatas Cruz, com 45’32’’; e em 5º, Nicolas Kosgei (Quênia, 45’41’’).
Na categoria feminina, a campeã foi Agnes Keino, também queniana, com o tempo de 51’25’’. Em 2º lugar ficou Cynthia Chemweno (Quênia, 52’11’’); em 3º, a brasileira Núbia de Oliveira (53’24’’); em 4º, Anastazia Dolomongo (Tanzânia, 53’29’’); e em 5º, outra brasileira, Tatiane Raquel da Silva (53’51’’).
O último brasileiro a vencer a prova foi Marílson dos Santos, em 2010. A última brasileira campeã foi Lucélia Peres, em 2006.
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