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Cidade

Volume de água tratada de janeiro a julho chega a 6,04 bilhões de litros

Montante é equivalente a 3.199 piscinas olímpicas

Do acervo · publicada originalmente em 5 de setembro de 2024

Fonte: Ude Valentini - Comunicação Aegea, postado por Natali Galvão

Foto: Acervo A Comarca

Volume de água tratada de janeiro a julho chega a 6,04 bilhões de litrosAcervo · 2024
Volume de água tratada de janeiro a julho chega a 6,04 bilhões de litros

Você tem ideia de quanta água cabe em uma piscina olímpica, aquela com 50 metros de comprimento e 22,8 metros de largura? São necessários 1.890.000 litros para encher uma piscina desse porte. É muita água, não? Pois imagine que a Águas de Matão tratou, de janeiro a julho deste ano, um volume equivalente a 3.199 piscinas olímpicas. Em seis meses, foram tratados 6.046.795.000 litros de água.

Fundamental à vida, a água que ingerimos pode vir, em muitos casos, de um garrafão comprado ou de um filtro instalado na cozinha. Mas é importante lembrar que não é apenas a água que bebemos que necessita ser de qualidade. Por isso a Águas de Matão tem a responsabilidade de entregar água potável à população, pois é usada para fazer um suco – ou simplesmente matar a sede, cozinhar, lavar alimentos e utensílios de cozinha.

Além disso, é com essa mesma água que tomamos banho, escovamos os dentes e lavamos nossas roupas. “Temos o compromisso de fornecer água tratada para as residências, potável e boa para beber”, afirma o coordenador de Operações da Águas de Matão, Luciano Rodrigues. O volume de água tratada coloca a cidade na contramão de índices nacionais, uma vez que, no país, são quase 35 milhões de brasileiros sem acesso à água potável.

“Matão é um contraponto de eficiência em relação às estatísticas nacionais de saneamento básico. Essa situação privilegiada do município foi fruto de investimentos, planejamento administrativo e operacional, além da oferta contínua de serviços de qualidade na gestão do abastecimento de água”, afirma Luciano.

A precariedade do abastecimento de água potável e a falta do atendimento à coleta e tratamento de esgoto ainda propiciam doenças de veiculação hídrica para a população brasileira. Dentre algumas das doenças ocasionadas por falta de saneamento básico estão: diarreia, malária, dengue, febre amarela, esquistossomose e leptospirose.

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