Hospital flexibiliza o uso de máscaras
Pacientes, acompanhantes e visitantes ainda precisam manter cuidados básicos
Do acervo · publicada originalmente em 5 de julho de 2024
Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação
Acervo · 2024Em uma atualização alinhada às orientações do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no último dia 27 de junho, o Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’ anunciou ajustes significativos nas diretrizes de uso de máscaras para seus profissionais de saúde. Essas mudanças, delineadas no Ofício SCIH n°03/2024 pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), refletem uma resposta dinâmica às condições epidemiológicas locais.
Segundo nota técnica assinada por André Pelosi Alves, médico infectologista do Hospital, e por Fabiana Masalskiene, enfermeira responsável pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), permanece obrigatório o uso de máscaras em áreas críticas como oncologia, triagem do pronto socorro, centro cirúrgico, triagem do pronto atendimento e na unidade de hemodiálise.
Esta medida abrange todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado direto e indireto aos pacientes, incluindo médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, estagiários e demais colaboradores.
Pacientes, acompanhantes e visitantes com sintomas respiratórios, bem como aqueles que tiveram contato com pessoas suspeitas ou confirmadas com covid-19, devem continuar utilizando máscaras obrigatoriamente. O novo protocolo do SCIH, no entanto, flexibiliza o uso de máscaras em outras áreas da instituição, tornando-o opcional, exceto para funcionários que apresentem sintomas respiratórios. Nestes casos, os colaboradores sintomáticos devem seguir rigorosamente os procedimentos estabelecidos pela instituição.
De acordo com Denise Minelli, superintendente do Hospital, “essas adaptações têm como objetivo principal ajustar-se às condições atuais da nossa região, proporcionando um ambiente seguro tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, mantendo um equilíbrio entre prevenção e cuidados eficazes”.
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