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Negócios

EcoRodovias quer 50% de mulheres em posições de liderança até 2030

Na EcoNoroeste, 63% do quadro de funcionários é feminino e elas estão em diversas áreas, inclusive aquelas antes consideradas exclusivamente masculinas

Do acervo · publicada originalmente em 7 de março de 2024

Fonte: Assessoria de Imprensa da EcoNoroeste, postado por Natali Galvão

Foto: Divulgação

Rosileine Jesus  opera guincho leve há 5 meses na EcoNoroesteAcervo · 2024
Rosileine Jesus opera guincho leve há 5 meses na EcoNoroeste

A EcoRodovias, responsável por administrar a EcoNoroeste e uma das maiores empresas de infraestrutura do país, quer chegar em 2030 com metade do seu quadro de lideranças ocupado por mulheres. A meta é um dos dez pilares da Agenda ESG 2030 da companhia que será divulgada nas próximas semanas.

“Estamos investindo na capacitação das colaboradoras do grupo com programas de impulsionamento de carreira. Claro que novas contratações sempre vão acontecer, até pela fase de crescimento do grupo, mas focamos muito em abrir oportunidades para a promoções internas”, esclarece Aline Sitta de Assis Sant’Anna, gerente de desenvolvimento organizacional na EcoRodovias. 

Na EcoNoroeste, mais nova concessão administrada pelo grupo, com menos de um ano de atividade, do total de 324 funcionários, 203 são mulheres, o que representa 63% do quadro e mostra o compromisso da empresa com a equidade. Elas, inclusive, preenchem cargos que até há pouco tempo eram vistos como masculinos. Um bom exemplo é o da operadora de guincho leve Rosileine Jesus.

“Estou há cinco meses atendendo os usuários com o guincho leve e todos os dias novos desafios se apresentam com isso, tenho a oportunidade de quebrar paradigmas e mostrar que nós, mulheres, podemos estar em qualquer lugar”, conta.

Na EcoNoroeste, o convívio entre diferentes gerações de profissionais femininas também está presente.  Atualmente, dezessete mulheres 50+ ocupam diferentes atividades e permitem um intercâmbio de conhecimento e experiências. Nora Lima, 51 anos, assistente de diretoria da EcoNoroeste, considera essa troca positiva e necessária. “A energias das mulheres mais jovens ganha consistência quando aliada a experiência das mais maduras e nessa relação de troca todos ganham, principalmente a empresa”, diz.

A gerente de desenvolvimento organizacional da EcoRodovias conta que a contratação de mulheres mais maduras tem tido muito sucesso em algumas concessões, principalmente em relação ao comprometimento com suas funções e envolvimento com os objetivos da companhia. “Esse será outro foco do nosso time de recrutamento e seleção”, pontua.

 
Mês da Mulher

Durante este mês de março, cada uma das 11 concessões da EcoRodovias irá promover uma programação específica para comemorar o Dia Internacional da Mulher (8 de março). As ações incluem rodas de conversa, letramento, palestras e encontros, sempre enfatizando a importância do tema para a companhia.

Entre as convidadas, está Márcia Ferrari, presidente da Infra Women Brazil (IWB), dentro do EcoDelas, grupo de afinidade que realiza encontros mensais entre colaboradoras para a troca de vivências e proposição de ações, campanhas e participações.

A companhia também já programou, para este ano, um programa de capacitação de colaboradores homens para torná-los aliados no desenvolvimento das colegas mulheres, com o objetivo de acelerar, ainda mais, a fomentação de lideranças femininas.

Em paralelo, a EcoRodovias dá andamento ao seu Programa de Trainee que, este ano, tem foco nos pilares de raça e gênero com seis mulheres negras entre os dez profissionais selecionados para atuar em áreas estratégicas de negócio.

No mesmo sentido, profissionais selecionados da gerência de atendimento ao usuário participarão, este ano, de um programa de aprimoramento de competências, além de terem acesso a cursos de graduação com o foco de prepará-los para a assumirem as posições de primeira liderança dentro da área.

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