Defesa Civil apresentou Plano de Contingência
Equipe participou do lançamento da Campanha SP Sempre Alerta
Do acervo · publicada originalmente em 12 de janeiro de 2024
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação
Acervo · 2024No dia 19 de dezembro, Luciano Leite Gonçalves (gerente de Proteção e Defesa Civil) protagonizou o lançamento do ‘Plano de Contingência de Matão’, realizado no Gabinete do Prefeito. Além do prefeito Cido Ferrari, participaram do evento representantes de Secretarias Municipais, da Estação de Bombeiros (EB-Matão), da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal (GCM).
“O principal objetivo da nossa equipe foi promover o alinhamento da Defesa Civil com os outros órgãos de Segurança, visando a prevenção e respostas a possíveis desastres que possam vir a acontecer, com foco no enfrentamento de chuvas, sobretudo durante o Verão”, resume Luciano.
“A Defesa Civil constitui o instrumento de coordenação de esforços de todos os órgãos municipais com os demais órgãos públicos e privados, bem como com a comunidade em geral, para o planejamento e execução das medidas de prevenção, socorro e assistência humanitária; assim, nos cabe estabelecer este ‘Plano de Contingência’ de forma conjunta”, comenta o gerente.
Luciano informa que ele e o bombeiro civil César da Silva representaram a Defesa Civil no lançamento da campanha ‘SP Sempre Alerta’, elaborada para prevenir desastres. O evento ocorreu no Palácio dos Bandeirantes (São Paulo), no último dia 14, quando o governador Tarcísio de Freitas sintetizou o plano integrado para ampliar alertas e proteções.
“O foco desta atuação integrada no território paulista visa a prevenção de desastres e a prontidão contínua da Defesa Civil do Estado para eventos climáticos extremos. A iniciativa integra diversas secretarias estaduais e amplia as ações de alerta em situações de risco, investimento em tecnologia de ponta para monitoramento meteorológico e proteção da população”, cita Luciano.
ATIVIDADES
No último mês de dezembro, a Defesa Civil de Matão capturou sete enxames de abelhas/marimbondos; atendeu a um incêndio em residência; a um incêndio em vegetação; a um abalroamento de veículo em residência; três quedas de árvores; um colapso em residência e realizou outros nove procedimentos.
Dezembro foi ruim de chuva
Choveu abaixo da média no último mês de dezembro. Mesmo recebendo uma quantidade de chuva maior do que a do nosso perímetro urbano, a Fazenda Citrícola (propriedade da Terral Agricultura e Pecuária, em Gavião Peixoto, divisa com Matão) registrou 202 milímetros, inferiores à sua própria média desde 1914, que é de 238 milímetros.
Nos outros quatro pontos urbanos onde A Comarca busca informações, choveu bem menos: na Casa da Agricultura ‘Paulino Rossi’ (Centro, 114,4 milímetros), no Sindicato Rural Patronal (Nova Matão, 120), na residência de Noedir Bordignon (Bairro Alto, 121,5) e na Defesa Civil (Prefeitura, Centro, 122,5). A média de chuva coletada pelos pluviômetros destes cinco locais é de 136,08 milímetros.
Considerando os 202 milímetros da Citrícola, por lá choveu menos em 39 meses de dezembro desde 1914. Se a média geral for levada em conta (136,08), caiu menos água em 11 meses de dezembro desde 1914 (1914, 1917, 1941, 1942, 1944, 1948, 1950, 1952, 1970, 2016 e 2019).
De acordo com o Histórico de Chuvas da Fazenda Citrícola, desde 1914 – portanto em 110 anos –, a média anual pluviométrica é de 1.402 milímetros. Como choveu 1.413 milímetros em 2023, deve-se considerar que a quantidade de chuva ao longo de todo o ano passado ficou ‘na média’.
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