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Cultura e Variedades

Meu filho, meu tesouro

"Maternidade é amor, carinho, afeto", resume Danatchelli Gabriela de Souza Lopes, mãe de Luiz Henrique

Do acervo · publicada originalmente em 13 de maio de 2023

Fonte: Ude Valentini - Comunicação Aegea, postado por Natali Galvão

Foto: Divulgação

Danatchelli Lopes e Luiz Henrique. "Quando o carreguei pela primeira vez, nasci como mãe", conta a leiturista da Águas de MatãoAcervo · 2023
Danatchelli Lopes e Luiz Henrique. "Quando o carreguei pela primeira vez, nasci como mãe", conta a leiturista da Águas de Matão

“Maternidade é amor, carinho, afeto”. É assim, bastante emocionada, que a leiturista da Águas de Matão Danatchelli Gabriela de Souza Lopes (32 anos) resume o ‘ser mãe’. Como muitas mulheres, Danatchelli engravidou em plena adolescência, aos 16 anos. “Tive que amadurecer muito cedo. Antes de ter pegado meu filho no colo, não tinha ideia do que significava. Quando o carreguei pela primeira vez, nasci como mãe”, conta a leiturista.

Luiz Henrique, hoje com 16 anos, foi um bebê muito doente. Como nasceu com uma adenoide muito grande, que o impedia de respirar pelo nariz, teve inúmeras doenças, entre inflamações de garganta e pneumonias. Chegou a ficar 15 dias hospitalizado. Além disso, tinha um déficit de 25% na audição do ouvido esquerdo. “Foi uma época que eu chamo de caos, pois ele vivia doente; toda hora, a gente tinha que correr para o hospital”, observa.

Aos três anos, Luiz Henrique passou por uma cirurgia de retirada da adenoide e tudo mudou. “Ele passou a respirar pelo nariz, a audição voltou e vimos ele se transformar em uma criança saudável, feliz. E nós, sem aquelas preocupações que tínhamos”, afirma Danatchelli.

A relação que tem com o filho é comemorada pela jovem mãe. “Ele é meu tesouro. Nós amadurecemos juntos, como família, porque quando ele nasceu, eu tinha 17 anos e meu marido, 21. Tivemos que crescer juntos”, afirma. Luiz Henrique é calmo, estudioso, companheiro dos pais em tudo, inclusive na igreja. “O pai representa aquele que o sustenta, mas a mãe é o porto seguro. Tudo o que eu posso, sou para o meu filho”, diz.

COMPREENSÃO

Assim como a maternidade, Danatchelli valoriza muito a vida profissional. Ela ingressou no mercado de trabalho quando Luiz Henrique tinha dois anos. “É muito importante que a gente se realize como mulher, como mãe, mas é fundamental que possamos produzir, ajudar no sustento de casa”, comenta.

Outra mudança na vida de Danatchelli após a maternidade foi quanto ao relacionamento com os pais. “Hoje entendo os ‘sim’, os ‘não’, os puxões de orelha. Quando somos mais novos, achamos até que eles não gostam da gente, mas agora, como mãe, eu os entendo. É uma benção ser mãe e ter a minha mãe viva; minha relação com ela melhorou muito depois que me tornei mãe. Me sinto realmente abençoada”, conclui a leiturista.

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