Clima: Em março, choveu menos em Matão
Defesa Civil completa um ano de reestruturação
Do acervo · publicada originalmente em 14 de abril de 2023
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação
Acervo · 2023A média dos cinco pontos de coleta pluviométrica que A Comarca consulta para saber a quantidade mensal de chuva por eles registrados foi de 140,4 milímetros no último mês de março, medida abaixo dos 162 milímetros de média para a soma de todos os meses de março desde 1914 constatada na Fazenda Citrícola (propriedade da Terral Agricultura e Pecuária, localizada em Gavião Peixoto, divisa com Matão).
No mês passado, a Citrícola anotou 139 milímetros; o Sindicato Rural Patronal (Nova Matão), 158; a Casa da Agricultura ‘Paulino Rossi’ (Centro), 150,7; Noedir Bordignon, em sua residência (Bairro Alto), 105,5; e a Defesa Civil (Prefeitura, no Centro), 147.
Na Citrícola, em meses de março, chove abaixo da média há cinco anos seguidos, portanto, desde 2019. Se observada somente a anotação mensal da Citrícola (139) e compará-la com outras medições anteriores feitas por lá, choveu menos em 50 meses de março desde 1914, sendo que em março de 1971 também choveu 139 milímetros. Se considerada a média dos cinco pontos (140,4), choveu menos em 52 meses de março desde 1914.
CHUA FORTE
Na região sudoeste de Matão, a chuva foi forte no último dia 23; daquelas ‘pancadas’ intensas, mais localizadas em determinada região. A Defesa Civil da Prefeitura atuou bem mais do que trabalha por causa deste temporal. No cômputo geral, no último mês de março, a equipe registrou 14 quedas/cortes de árvores em vias públicas; nove capturas/solturas de abelhas e marimbondos em habitat natural e três focos de incêndio em vegetação.
“Entre as ocorrências atendidas, algumas causadoras de prejuízos materiais, também retiramos três árvores na mata localizada na lateral da Avenida João Marchesan, nas proximidades do Jardim Flamboyant. Eram árvores condenadas devido a incêndios ocorridos anteriormente. Elas ofereciam risco para pessoas e estavam próximas à rede de transmissão de energia elétrica, o ‘Linhão’. Para removê-las foi necessária uma ‘Força Tarefa’: Defesa Civil, CPFL e Agentes de Trânsito. Informo que as supressões já haviam sido aprovadas pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente”, comenta Luciano Gonçalves Leite, gerente de Proteção e Defesa Civil.
Luciano lembra que a reestruturação da Defesa Civil de Matão completou um ano no último dia 1º de abril. “Há um ano, além de mim, a equipe conta com mais cinco membros efetivos, todos bombeiros municipais: Ademir Roberto Joaquim, Benedito Lemes, José Carlos Bononi, Paulo César da Silva e Reginaldo de Jesus Ribeiro. Desde então, também com investimentos em veículo, instrumentos, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e treinamentos que recebemos da Prefeitura e do Governo Estadual, temos melhores condições para prevenção e atendimento à população. Obrigado a todas as lideranças públicas e a todas as pessoas que colaboram com a Defesa Civil”, destaca Luciano.
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