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Negócios

Matão voltou a registrar saldo positivo na geração de emprego

Em novembro foram 1.091 admissões e 1.067 demissões; em outubro, saldo foi de 54 negativo

Do acervo · publicada originalmente em 4 de janeiro de 2023

Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão

Foto: Divulgação

Empregos em novembro. Saldo positivo de 24 empregos resultantou de 1.091 admissões e 1.067 demissõesAcervo · 2023
Empregos em novembro. Saldo positivo de 24 empregos resultantou de 1.091 admissões e 1.067 demissões

Segundo as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas no último dia 28 de dezembro, Matão gerou mais empregos do que 472 municípios paulistas em novembro do ano passado. O saldo positivo de 24 empregos, resultante de 1.091 admissões e 1.067 demissões, coloca a cidade na 173ª posição entre os 645 municípios do Estado de São Paulo, empatada com outros cinco que também tiveram saldo positivo de 24 empregos.

No acumulado do ano (janeiro a novembro) foram gerados 16.306 e eliminados 14.754 postos de trabalho em Matão. O saldo positivo de 1.552 manteve a cidade na 70ª posição paulista, a mesma do acumulado de janeiro a outubro do ano passado. Com saldo positivo de 1.174 nos últimos 12 meses (dezembro de 2021 a novembro de 2022), resultante de 16.855 contratações e 15.681 demissões, Matão ficou na 84ª posição, de acordo com o levantamento do Caged no final de dezembro passado.

NO PAÍS

Em novembro de 2022, o Brasil criou 135.495 postos de trabalho formal. O resultado decorre do total de 1,748 milhão de admissões, ante 1,612 milhão de demissões. Ainda de acordo com o Caged, de janeiro a novembro de 2022, o saldo é de 2,466 milhões de empregos formais criados. O estoque total de carteiras assinadas no país chegou a 43,144 milhões.

O grupamento de atividade econômica que mais gerou vagas em novembro foi o comércio, com 105.969 novos postos de trabalho. Nos serviços, foram 92.213 empregos criados. Houve queda, contudo, na indústria, que perdeu 25.707 vagas, devido a uma pressão negativa do setor sucroalcooleiro, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Houve queda também na construção (menos 18.769 postos de trabalho) e na agropecuária, que teve redução de 18.211 trabalhadores formais.

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