Matonense fez bom jogo-treino em casa
Torcedores aplaudiram o time no empate em 0x0 contra o Comercial de Ribeirão Preto
Do acervo · publicada originalmente em 23 de novembro de 2022
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Rogério Bordignon
Acervo · 2022Na manhã do último dia 19, no Estádio ‘Dr. Hudson Buck Ferreira’, torcedores aplaudiram o desempenho da Matonense ao término da partida em que empatou com o Comercial em 0x0. Foi o primeiro jogo-treino do time de Matão com perspectiva ao Campeonato Paulista da Série A-3 em 2023, sendo que a equipe de Ribeirão Preto se prepara para encarar a Série A-2 com a base mantida há dois anos.
O técnico Fahel Júnior escalou um time no primeiro tempo e entrou com outra equipe no segundo período, quando duas alterações foram feitas no decorrer da etapa final. A primeira formação chegou mais perto do gol do Bafo, fazendo o goleiro Giuliano trabalhar mais do que o arqueiro Matheus, que entrou na segunda etapa. Se percebeu nitidamente jogadores da Matonense com muita vontade de serem titulares.
O atacante Maranhão forçou jogadas contra uma marcação forte e bem posicionada do Comercial, que fechou com dois – e até três – jogadores em cima de um da Matonense na maioria das situações. O mesmo ocorreu com o meia João Gabriel e os atacantes Felipe Pará e Márcio Maranhão, que se esforçaram, conseguindo até passar entre dois marcadores.
Sempre criativo e com visão de jogo, João Gabriel articulou e clareou jogadas, mas poderia ter recebido mais bolas do sistema defensivo, já que a transição da defesa para o meio de campo não foi boa. É notório que o time não pode depender somente do meia para armar o ataque. Pela direita, Vinícius Pedalada apoiou bem e Felipe Pará teve boa movimentação.
Já no segundo tempo, o Comercial chegou e concluiu mais do que na primeira etapa, equilibrando a partida. Os jogadores do time de Matão que atuaram no segundo tempo mostraram a mesma boa vontade, com destaque para a intensidade de Thauan e Abner, que foi o mais acionado e o protagonista do lance de um dos pênaltis reivindicados pela Matonense.
Quando Abner avançou na grande área e foi parado por um carrinho, o árbitro poderia ter marcado o pênalti. Antes deste lance, a Matonense pediu a penalidade máxima por um possível desvio de bola com o braço. No geral, valeu a gana, os deslocamentos e a velocidade de jogadores, sendo que a defesa não foi exigida, sobretudo no primeiro tempo, mérito também da marcação.
Na primeira etapa, a Matonense jogou com Jeferson; Vinícius Pedalada, Guilherme Mariano, Zé Romário e Izaldo; Romário, Gualberto e João Gabriel; Felipe Pará, Maranhão e Márcio Maranhão. No segundo tempo, a formação foi Jeferson (Weide); Adson, Caíque, Felipe Codó e Antony; Bruno, Ferreira e David Lazari; Abner, Thauan e Pedrinho.
Serão disputados pelo menos mais quatro jogos-treinos: dois contra o XV de Piracicaba (no dia 9 ou 10 de dezembro, aqui, às 10 horas, e no dia 23 de dezembro, em Piracicaba, no mesmo horário) e dois contra o Noroeste (dias 16 de dezembro e 6 de janeiro, aqui e em Bauru, ambos às 16 horas).
ESTREIA EM CASA
A Matonense estreará na Série A-3 em casa, contra o São José, no dia 22 de janeiro (um domingo). Dos 15 jogos da Primeira Fase, o time de Matão fará outros seis no Estádio ‘Dr. Hudson Buck Ferreira’: em fevereiro, contra o Sertãozinho (dia 1º, quarta-feira), o Red Bull Brasil (dia 8, quarta), o Itapirense (dia 12, domingo) e o Desportivo Brasil (dia 18, sábado); em março, contra o Barretos (dia 1º, quarta) e o Capivariano (dia 12, domingo). A equipe jogará em casa em três domingos, três quartas-feiras e um sábado.
Os jogos fora serão os seguintes: em janeiro, contra o União Suzano (dia 25, quarta) e o Votuporanguense (dia 29, domingo); em fevereiro, contra o Audax (dia 5, domingo), o Rio Preto (dia 15, quarta) e o Bandeirante (dia 26, domingo); em março, contra o Marília (dia 5, domingo), o Grêmio Prudente (dia 8, quarta) e o EC São Bernardo (dia 18, sábado). Serão quatro domingos, três quartas-feiras e um sábado. A Matonense viajará 2.180 quilômetros para jogar estas oito partidas fora de casa, sendo a distância mais próxima até Rio Preto (140) e a mais longa até Presidente Prudente (382).
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