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Cultura e Variedades

ARTIGO: O óbvio não pode ficar obnubilado

POR GUILHERME FRANCO

Do acervo · publicada originalmente em 21 de novembro de 2022

Fonte: Guilherme Athayde Ribeiro Franco, promotor de Justiça em Campinas, especialista em Dependência Química pela Uniad-Unifesp e associado da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas, postado por Natali Galvão

Foto: Rogério Bordignon

Guilherme Athayde Ribeiro Franco é promotor de Justiça em Campinas (SP),  especialista em Dependência Química pela Uniad-Unifesp e associado da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras DrogAcervo · 2022
Guilherme Athayde Ribeiro Franco é promotor de Justiça em Campinas (SP), especialista em Dependência Química pela Uniad-Unifesp e associado da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drog

Tempo de proteger o meio ambiente externo - mas com urgência! - e de se preservar a ecologia cerebral, nosso meio ambiente interno, como ensina o professor doutor Valentim Gentil Filho.

Com a força destruidora de um tsunami, não são poucos os que defendem produtos ‘legalizados’ contendo cocaína e cannabis nas prateleiras dos mercadinhos, bem perto de nossas casas, com sabor banana, morango, chocolate, capuccino ou maracujá.

Nossas políticas sobre drogas - pelo menos desde 2002 - determinam a ‘responsabilidade compartilhada’, com o foco primordial na prevenção e na proteção das crianças, adolescentes e jovens.

Sim à vida saudável.

Não ao insidioso Projeto de Lei (PL) número 399/2015, aquele do algodão doce ‘medicinal’ contendo THC.

A propósito, cocaína não é maracujina.

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