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Levantamento mostra avanço do greening em SP e MG

No entanto, a incidência da doença vem diminuindo na região de Matão

Do acervo · publicada originalmente em 19 de setembro de 2022

Fonte: Assessoria de Imprensa do Fundecitrus, postado por Natali Galvão

Foto: Divulgação

Greening. Incidência da doença vem diminuindo na região de MatãoAcervo · 2022
Greening. Incidência da doença vem diminuindo na região de Matão

O levantamento anual feito pelo Fundecitrus indica que a incidência média de greening (huanglongbing/HLB) subiu de 22,37% em 2021 para 24,42% em 2022 em todo o cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. Um crescimento de 9,16%. A situação exige mais esforço dos citricultores para o controle eficaz. Nas regiões de Brotas, Limeira e Porto Ferreira, onde a incidência já era alta nos anos anteriores, o greening avançou a níveis ainda mais preocupantes – com 49,41%, 70,72% e 74,05%, respectivamente.

“Estamos vendo a doença crescer numa velocidade que preocupa. Porém, ao mesmo tempo, os resultados obtidos em propriedades de regiões que registraram queda ou estabilização da doença reforçam a nossa confiança que as medidas de combate ao greening são eficazes. Esse sempre foi o caminho e sempre será, até que consigamos chegar a plantas resistentes à doença; porém, precisamos de mais esforços”, salienta o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres.

REGIÕES

Nas regiões de Avaré e Duartina, as incidências estão acima da média do cinturão – com 31,80% e 25,37%, respectivamente. Entretanto, observou-se uma redução do progresso da doença nessas duas regiões em relação aos anos anteriores. Nas regiões de Altinópolis e Bebedouro, as incidências observadas seguem abaixo da média do cinturão – com 15,96% e 7,43%, respectivamente.

O ponto negativo foi o aumento expressivo da incidência nas regiões de São José do Rio Preto (de 5,32% para 14,50%) e de Itapetininga (de 4,25% para 7,15%), que apresentavam baixas incidências nos anos anteriores. Positivamente, na região de Matão, a incidência vem diminuindo nos últimos seis anos (8,90%); e nas regiões do Triângulo Mineiro e de Votuporanga, as incidências permanecem baixíssimas (menos de 0,1%).

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