Carmo cria Semana Municipal da Cultura Evangélica
Vereador também estimula a contratação de mulheres que sofreram violência doméstica
Do acervo · publicada originalmente em 2 de maio de 2022
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Rogério Bordignon
Acervo · 2022Na segunda-feira (25) foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei (PL) nº 55/2022, de autoria do vereador João Silvério do Carmo Filho (vice-presidente da Câmara Municipal). Assim fica instituída a Semana Municipal da Cultura Evangélica, que deverá ser realizada anualmente, na segunda semana do mês de setembro, integrando o Calendário Municipal Oficial de Datas e Eventos.
“Será um período destinado ao congraçamento das igrejas evangélicas, independentemente da ordem denominacional protestante, sejam elas tradicionais luteranas, metodistas, batistas, presbiterianas, adventistas, pentecostais ou neo-pentecostais. Caberá às igrejas adotarem esta semana em seus calendários de comemorações e festividades, a fim de que promovam a divulgação de seus trabalhos evangelísticos, assim como manifestações artísticas e culturais”, diz Carmo.
“Entendo que esta proposição reverterá enormes benefícios para a população de nossa cidade que, direta ou indiretamente, é assistida pelos vários trabalhos sociais desenvolvidos pelas igrejas evangélicas”, resume o vereador, ressalvando que à Prefeitura caberá o apoio institucional na divulgação e preservação da Semana Municipal da Cultura Evangélica.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Na mesma reunião legislativa, os vereadores aprovaram outra iniciativa de Carmo: o Projeto de Lei (PL) nº 56/2022, que institui o programa ‘Mulher guerreira, vítima nunca mais’. “Esta lei dispõe sobre o estímulo à contratação de mulheres que sofreram violência doméstica, objetivando apoiar a autonomia financeira por meio de sua inserção no mercado de trabalho”, diz o vereador.
O programa consiste em mobilizar empresas e estabelecimentos comerciais de Matão a disponibilizarem vagas de emprego, com prioridade, às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, através do cadastramento das empresas interessadas em participar do programa, sendo que a assistência especificada se restringe às mulheres domiciliadas em Matão.
Caberá ao Poder Executivo definir os órgãos públicos que assumirão as funções voltadas à coordenação, planejamento, implementação do projeto, acompanhamento do programa e monitoramento dos resultados, bem como a mobilização das empresas para disponibilizar vagas de contratação e oportunidades de trabalho às mulheres vítimas de violência e abuso.
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