Câmara presta homenagem ao saudoso José Fernando Luqui
Projeto que nomeou a Rua 2 do Parque Industrial Toriba foi aprovado por unanimidade
Do acervo · publicada originalmente em 27 de maio de 2022
Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação
Acervo · 2022Na Sessão Ordinária da segunda-feira (23), a Câmara Municipal aprovou o Projeto de Lei nº 44/2022, que dá denominação de José Fernando Luqui à Rua 2 do Parque Industrial Toriba, em Matão. A propositura de autoria da presidente da Casa, vereadora Ana Mondini, foi apresentada na Ordem do Dia e aprovada por todos os vereadores presentes.
Durante a discussão da matéria, a parlamentar apresentou as justificativas que a levaram a propor o projeto e aproveitou para convidar o filho do homenageado, João Paulo, para fazer a leitura da biografia de seu pai. “Foi uma honra poder homenagear uma pessoa maravilhosa como o Luqui, uma pessoa que conversava com todos, de uma integridade fora do comum, mas que infelizmente foi mais uma vítima da covid-19. Merece ter seu nome eternizado em uma rua de nossa cidade”, salientou Ana Mondini.
O HOMENAGEADO
José Fernando Luqui nasceu no dia 6 de setembro de 1949, em Ribeirão Preto, filho de Cristovam Luqui e Carolina Perosi Luqui. Teve seis irmãos. Seus pais compraram um sítio em Matão e em 1958 se mudaram com toda a família. Em 1964, Luqui conheceu Guiomar de Paula e, após sete anos de namoro, se casaram em 1971. Durante os 49 anos de matrimônio, tiveram três filhos: Fernanda, Ricardo e João Paulo.
Desde adolescente, Luqui sempre gostou muito futebol e, entre as décadas de 1960 e 1980, jogou em alguns times como o São Lourenço Atlético Clube, a Sociedade Esportiva Bambozzi e foi atleta profissional, contratado pela Sociedade Esportiva Matonense, por um ano e seis meses, nos períodos de 21/06/1976 a 21/12/1976 e 15/03/1977 a 15/03/1978.
A partir de 1972, atuou por oito anos passando filmes no Cine Yara e trabalhou por mais de 25 anos na Indústria Matonense de Artes Gráficas (Imag) como impressor – inclusive, ‘rodando’ o Jornal A Comarca. Trabalhou, ainda, por dez anos na Gráfica Matonense. Após esse período abriu sua própria empresa, denominada Lupa Artes Gráficas.
Sempre foi um católico muito atuante, em especial na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Bairro Alto), onde participou de vários movimentos da Igreja voltados aos casais, como o Movimento Familiar Cristão (MFC), Família Pequena Igreja (FPI), dentre outros. Também foi ministro da Comunhão Eucarística.
Nos últimos anos, Luqui estava atuando à frente da coordenação da Campanha da Fraternidade da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e do curso de noivos, que preparava casais para receber o sacramento do matrimônio. Faleceu em 16 de agosto de 2020, em decorrência da covid-19, deixando a esposa, os três filhos, nora, genro e netos.
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