Amigos do Toriba sentem saudade da confraternização
Este é o terceiro ano sem o encontro, que aconteceu 16 vezes (de 2004 a 2019)
Do acervo · publicada originalmente em 30 de abril de 2022
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Divulgação
Acervo · 2022Pelo terceiro ano consecutivo (2020, 2021 e 2022), os Amigos do Toriba Futebol Clube não realizarão a confraternização que aconteceu por 16 ocasiões anuais de 2004 a 2019, sempre no feriado nacional do Dia do Trabalho (1º de Maio) na chácara Maria e José, de Antonio Nelson Scopelli.
“O último encontro dos amigos – a maioria, ex-moradores de Toriba e da Boa Vista – festejou os 70 anos de fundação do Toriba. Estou com muita saudade da nossa confraternização. Acredito que todos estes amigos estão sentindo”, cita José Roberto Barboza da Silva (Belo), protagonista da organização do evento.
Belo sempre contou com o apoio de sua esposa Cidinha, do irmão Niel e de outros voluntários para receber os amigos com uma Missa em Ação de Graças acompanhada por algum coral, seguida por homenagens e pelo almoço, que por vezes teve alguma atração musical.
O evento contou também com a exposição de fotografias históricas. Em 2019 foram expostas matérias publicadas por A Comarca nos anos de 1975 e 1976, que mostraram conquistas e a campanha do time no Campeonato Municipal Amador de 1976, cuja final foi vencida pelo Toriba contra a Sociedade Esportiva Bambozzi.
A comemoração integra o Calendário Oficial de Eventos do Município, de acordo com lei de autoria do então vereador José Edinardo Esquetini (ex-prefeito de Matão). A lei foi sancionada pelo saudoso ex-prefeito Adauto Scardoelli no dia 21 de dezembro de 2009.
UMA GRANDE EQUIPE
Em 1976, a equipe do Toriba contou com Pascoal Garcia Filho, Antônio Edson Amato (Gatão), Belo, Cláudio Ferreira, Celso Massote, Nadir Aparecido de Moura, Aparecido Bessi (Cido), Marcos Peres (Marquinhos), Aparecido de Lima Rodrigues (Cidão), Antônio Ferreira (Toninho) e Manoel Barboza da Silva (Niel). O mascote do time era Willians Fernando Rodrigues. Destes, são saudosos Pascoal, Nadir e Cidão.
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