Dia Mundial da Luta contra a Aids propõe reflexão
Segundo infectologista da Unimed Araraquara, o olhar negativo enfraquece o emocional das pessoas acometidas pela doença
Do acervo · publicada originalmente em 1 de dezembro de 2021
Fonte: Unimed Araraquara, postado por Natali Galvão
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021Em 1981, a Aids foi reconhecida como doença pela Organização Mundial de Saúde. Dessa data até os dias atuais, a ciência fez diversos avanços para o enfretamento da mesma, com novos tratamentos e rotinas, visando sempre proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes acometidos.
Neste Dia Mundial de Luta contra a Aids (01/12), a infectologista da Unimed Araraquara Dra Estela Maura Cirino Cattelani disserta que um panorama ainda se mantém da mesma maneira: o preconceito e o estigma de algumas pessoas em relação aos portadores da enfermidade.
"Você não pega pelo beijo, não pega pelo convívio diário e não pega nem mesmo por relação sexual, desde que a mesma seja feita com uso de preservativo. Também é de suma importância o acompanhamento médico frequente por conta de quem tem essa doença", comenta.
De maneira geral, esse olhar negativo, bem como a falta de apoio de amigos e familiares, enfraquecem o emocional das pessoas. "Algumas, inclusive, perdem a vontade de se cuidar, de trabalhar, de viver. A informação fortalece as amizades, o convívio e o amor. Tudo isso enriquece a vida de todos", completa.
Causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV é a sigla em inglês), a Aids ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. "Saber precocemente é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida ao ser humano", finaliza a especialista.
Conscientização
Nesta quarta-feira (01/12), Dia Mundial da Luta Contra a AIDS, a equipe do SESMT - Medicina Ocupacional Unimed Araraquara realizou a distribuição de folhetos informativos sobre o tratamento e a prevenção ao HIV, além de preservativos masculinos e femininos para os funcionários da cooperativa. "A ideia é incentivar e orientar que o teste rápido pode ser realizado a qualquer momento. Testar também é prevenir", comenta Ana Luiza Pereira, enfermeira do trabalho – SESMT.
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