'Abrolhos' é a retomada aos palcos da Cia. Labirinto
Texto de dramaturgia escrito por Juliano Jacopini foi premiado e virou websérie
Do acervo · publicada originalmente em 26 de novembro de 2021
Fonte: Rogério Bordignon, postado por Natali Galvão
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021Em dezembro de 2019, a Cia Labirinto de Teatro se apresentou pela última vez no palco, na Casa Pipa. Foi a comemoração aos dez anos do coletivo, que contou com casa cheia. Veio a pandemia e o grupo redesenhou sua trajetória, descobrindo sua identidade no mundo do audiovisual, especialmente com trabalhos de contações de histórias para o Sesc e a obra ‘Abrolhos’ – texto de dramaturgia premiado em 2017, escrito por Juliano Jacopini, que virou websérie, podendo ser conferida no canal do Youtube da Cia Labirinto - https://www.youtube.com/playlist?list=PLW_GUcqAqcyvCdGwMkgH-IiTfX9q6ZtGm
Agora, ‘Abrolhos’ vai para o palco em uma linguagem híbrida que aposta no trabalho do teatro com bonecos e na dramaturgia da luz, com direção de Juliano Jacopini e Thiago Gardini. A produção é da Cia Labirinto de Teatro com apoio da Casa Pipa/ONG Ocara, via realização do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo (Proac Lab - Lei Aldir Blanc).
Os diretores, que trabalham juntos com teatro há mais de 20 anos, pela primeira vez assinam juntos a direção de um espetáculo e isso reflete no que Jacopini acredita ser “a percepção que só o tempo nos concede. Aprendemos, todos nós da Labirinto, a valorizar as singularidades de cada um. Ao invés de querermos que todos do grupo alcançassem as mesmas ‘qualidades’, entendemos quanto cresceríamos mais na pluralidade”.
Daí, além da palavra e da ação que são as forças da poética de Jacopini, junta-se a imagem e o animado, forças da poética de Thiago Gardini. No elenco, os mesmos atores da websérie dão vida às personagens em corpo e marionetes: Douglas Aranha como Mínimo; Ellen Candido é Purinha; Gabriela Ramos é Pérola; Mabê Henrique como Branca; e Simone Marcondes, a Cândida. Ainda da Cia, compõem a ficha técnica Michele Alves (cenotécnica) e Luísa Brejão (ilustração e designer).
SINOPSE
Desde a morte da mãe, nunca mais parou de chover. O destino reservou, há três anos, a clausura a uma família de cinco irmãos que mora no Buraco, com uma única e mísera entrada de ar onde um pássaro começa a fazer o ninho. As relações castigam o dia a dia de suas condições no mundo como marionetes com verdades duras e cruéis, que exprimem algum eco, já que em todo desaforo pode haver uma fímbria de esperança.
SERVIÇOS
- Abertura de Processo (para convidados): dias 27 e 28 de novembro, às 20 horas
- Apresentações: dias 11 e 12 de dezembro, às 20 horas
- Reserva de convites: pelo WhatsApp 3506-2323
- Local: Casa Pipa, acesso pela Rua Vicente Russo (AzulVille)
- Classificação indicativa: 16 anos
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