Matonense faz amistoso contra o Varginha
Jogo neste sábado (14), às 10 horas, não será aberto ao público
Do acervo · publicada originalmente em 12 de agosto de 2021
Fonte: Rogério Bordignon
· Leitura de 6 min
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021Na manhã deste sábado (14), às 10 horas, a Matonense disputará jogo amistoso contra o Varginha, no Estádio ‘Dr. Hudson Buck Ferreira’, sem a presença de público A equipe de Matão já realizou seis jogos treinos – perdeu em Matão para a Ferroviária por 1x2; venceu o Botafogo de Ribeirão Preto por 3x0 em casa; perdeu por 1x0 para o Mirassol, lá; empatou aqui com o Vocem de Assis por 0x0; empatou também sem abertura de placar com o Comercial, em Ribeirão Preto, e venceu a Ferroviária em Araraquara por 2x1. Portanto, foram duas vitórias, dois empates e duas derrotas.
Nesta semana, o time treinou em academia em três manhãs; fez físico-técnico em duas manhãs e três tardes (incluindo nesta sexta-feira, dia 13); descansou duas tardes e não terá atividade no sábado à tarde, após o amistoso com o Varginha. A Matonense fará sua estreia no Campeonato Paulista da Série B (Bezinha ou Sub-23) – equivalente à quarta divisão – no próximo domingo (22), às 15 horas, contra o tradicional América de São José do Rio Preto.
Na quarta-feira (25), o time jogará contra o Fernandópolis, fora de casa, e no domingo (29) contra a Internacional, em Bebedouro. Todas as partidas estão programadas para as 15 horas, sendo dez jogos na Primeira Fase, em turno e returno, para as seis equipes do grupo. O elenco da Matonense foi apresentado em 15 de junho e começou a treinar no dia seguinte; portanto, são praticamente dois meses de trabalho.
“Tem times que começaram a formar seus elencos em fevereiro e a treinar em março, abril. Nosso plantel começou a ser montado após o término de compromissos que jogadores tinham com outras equipes e evoluiu bastante neste período de quase 60 dias. O torcedor poderá esperar um time com posse de bola e ofensivo”, diz o diretor de Futebol, Pedro Leonardo Filho (Pedrão).
“Teoricamente, estamos equiparados com oito times favoritos às duas vagas de acesso para a Série A-3 do Campeonato Paulista. Temos que pensar positivo, sempre. Nosso trabalho nos leva a acreditar no acesso. A Matonense tem um elenco bem qualificado, um bom treinador e uma boa Comissão Técnica, com a retaguarda da Diretoria e de um Grupo de Apoio bem consistente”, resume Pedrão, entrevistado por A Comarca.
Quando você começou a jogar futebol?
Comecei como atacante na Ferroviária, em 1982. Depois fui para a Platinense (PR), Grêmio Maringá (PR) e voltei para a Ferroviária. Quebrei a perna e parei em 1990. Me recuperei e, de 1990 a 1995, joguei futsal por times de Araraquara e outras equipes de São Paulo (capital). Tive o prazer de jogar ao lado do craque Falcão no Mackenzie, meu último time, em 1995.
E quando você começou a ser empresário de jogadores?
Em 1994, ainda quando jogava futsal.
Quando foi o seu primeiro contato com a Matonense?
Em 1996, quando trouxe para Antonio Galli o jogador João Batista, que a Matonense tinha contratado da Ferroviária. O João Batista era um dos 12 atletas empresariados por mim naquele momento.
Daí surgiu uma parceria com o Galli.
Três dias após eu trazer o João Batista, o Galli me convidou para uma parceria que já tem 25 anos. Atualmente, tenho co-responsabilidade empresarial com 30 atletas.
E como está o mercado?
Até surgir a pandemia de covid-19, o mercado futebolístico se mantinha bem. No transcurso da pandemia, a situação financeira de clubes e parceiros dos times definhou e está muito complicado para trabalhar.
Como é trabalhar diretamente na Matonense?
Querendo ou não, é diferente trabalhar onde teu coração bate um tanto mais forte. É claro que o coração de um matonense bate muito forte pelo time de Matão. E o meu – embora eu seja de Araraquara – faz tempo que se acelera mais pela Matonense.
Na manhã deste sábado (14), às 10 horas, a Matonense disputará jogo amistoso contra o Varginha, no Estádio ‘Dr. Hudson Buck Ferreira’, sem a presença de público A equipe de Matão já realizou seis jogos treinos – perdeu em Matão para a Ferroviária por 1x2; venceu o Botafogo de Ribeirão Preto por 3x0 em casa; perdeu por 1x0 para o Mirassol, lá; empatou aqui com o Vocem de Assis por 0x0; empatou também sem abertura de placar com o Comercial, em Ribeirão Preto, e venceu a Ferroviária em Araraquara por 2x1. Portanto, foram duas vitórias, dois empates e duas derrotas.
Nesta semana, o time treinou em academia em três manhãs; fez físico-técnico em duas manhãs e três tardes (incluindo nesta sexta-feira, dia 13); descansou duas tardes e não terá atividade no sábado à tarde, após o amistoso com o Varginha. A Matonense fará sua estreia no Campeonato Paulista da Série B (Bezinha ou Sub-23) – equivalente à quarta divisão – no próximo domingo (22), às 15 horas, contra o tradicional América de São José do Rio Preto.
Na quarta-feira (25), o time jogará contra o Fernandópolis, fora de casa, e no domingo (29) contra a Internacional, em Bebedouro. Todas as partidas estão programadas para as 15 horas, sendo dez jogos na Primeira Fase, em turno e returno, para as seis equipes do grupo. O elenco da Matonense foi apresentado em 15 de junho e começou a treinar no dia seguinte; portanto, são praticamente dois meses de trabalho.
“Tem times que começaram a formar seus elencos em fevereiro e a treinar em março, abril. Nosso plantel começou a ser montado após o término de compromissos que jogadores tinham com outras equipes e evoluiu bastante neste período de quase 60 dias. O torcedor poderá esperar um time com posse de bola e ofensivo”, diz o diretor de Futebol, Pedro Leonardo Filho (Pedrão).
“Teoricamente, estamos equiparados com oito times favoritos às duas vagas de acesso para a Série A-3 do Campeonato Paulista. Temos que pensar positivo, sempre. Nosso trabalho nos leva a acreditar no acesso. A Matonense tem um elenco bem qualificado, um bom treinador e uma boa Comissão Técnica, com a retaguarda da Diretoria e de um Grupo de Apoio bem consistente”, resume Pedrão, entrevistado por A Comarca.
Quando você começou a jogar futebol?
Comecei como atacante na Ferroviária, em 1982. Depois fui para a Platinense (PR), Grêmio Maringá (PR) e voltei para a Ferroviária. Quebrei a perna e parei em 1990. Me recuperei e, de 1990 a 1995, joguei futsal por times de Araraquara e outras equipes de São Paulo (capital). Tive o prazer de jogar ao lado do craque Falcão no Mackenzie, meu último time, em 1995.
E quando você começou a ser empresário de jogadores?
Em 1994, ainda quando jogava futsal.
Quando foi o seu primeiro contato com a Matonense?
Em 1996, quando trouxe para Antonio Galli o jogador João Batista, que a Matonense tinha contratado da Ferroviária. O João Batista era um dos 12 atletas empresariados por mim naquele momento.
Daí surgiu uma parceria com o Galli.
Três dias após eu trazer o João Batista, o Galli me convidou para uma parceria que já tem 25 anos. Atualmente, tenho co-responsabilidade empresarial com 30 atletas.
E como está o mercado?
Até surgir a pandemia de covid-19, o mercado futebolístico se mantinha bem. No transcurso da pandemia, a situação financeira de clubes e parceiros dos times definhou e está muito complicado para trabalhar.
Como é trabalhar diretamente na Matonense?
Querendo ou não, é diferente trabalhar onde teu coração bate um tanto mais forte. É claro que o coração de um matonense bate muito forte pelo time de Matão. E o meu – embora eu seja de Araraquara – faz tempo que se acelera mais pela Matonense.
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