Equipes e frequentadores do Caps fazem mosaico
Desenho foi feito com cacos de azulejo
Do acervo · publicada originalmente em 13 de agosto de 2021
Fonte: assessoria de imprensa prefeitura
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021No mês em que Matão completará 123 anos, a equipe do Centro de Atenção Psicossocial (Caps II) e seus frequentadores presenteiam a ‘Terra da Saudade’ com um belo mosaico construído a muitas mãos. A obra de arte simbólica se revela como escultura que cobriu, com talento e criatividade, o bebedouro de água localizado na pista de caminhada que circunda o Ginásio de Esportes ‘Décimo Chiozzini’.
“O gesto do pessoal do Caps na produção deste mosaico, representando um presente para Matão, surge como uma preciosidade que simboliza carinho e amor neste aniversário da cidade, o qual celebramos de forma discreta, em tempos de pandemia. Traz a esperança de que juntos vamos vencer este período tão difícil para todos”, refletiu o prefeito Cido Ferrari.
A equipe técnica do Caps – representada pela coordenadora Maria Paula Robles Angelini Cunha, pela terapeuta ocupacional Renata Martinez, a assistente social Shirlei Gatti Regueiro, a terapeuta ocupacional Maria Antonieta Sanches de Campos Furlan e os psicólogos Vandré Faberson Rodrigues e Daniela El Katib – reuniu alguns frequentadores da instituição para que construíssem a arte em conjunto.
“A gente quebra cacos de azulejo e cola um a um no rejunte; assim, o material concreto se transforma em algo ainda mais bonito. Da mesma forma precisa acontecer com a gente, quando estamos tristes ou com a alma doente. É preciso nos desconstruir e reconstruir o tempo todo no processo de cura”, explica Renata.
O secretário de Esportes, Lazer e Turismo, José Orlando Marchesan Mingossi, fez o contato com o Caps, que prontamente aceitou a proposta para fazer o mosaico. “As pessoas estão passando por aqui e agradecendo por esta iniciativa. É um detalhe que faltava para deixar este espaço completamente bem cuidado, depois que roçamos os hibiscos”, explicou o secretário.
“Quando realizamos esta prática de arte convergente, junto aos frequentadores do Caps, notamos que eles se sentem tranquilos, em paz e compartilham a experiência com suas famílias. É um exercício de silêncio, delicadeza, paciência e ternura, atitudes tão importantes para a saúde emocional de todos nós”, explicou a psicóloga Daniela El Katib.
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