Pessoas de 30 a 34 anos são vacinadas contra covid
Até o dia 21, Matão aplicou 61.568 doses, sendo 45.621 da primeira dose, 14.017 da segunda e 1.930 de dose única
Do acervo · publicada originalmente em 23 de julho de 2021
Fonte: assessoria de imprensa da prefeitura
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021A Prefeitura de Matão, por meio da Secretaria de Saúde, está imunizando pessoas de 30 a 34 anos, que precisam telefonar ao Posto de Saúde mais próximo de sua residência para agendar a vacinação contra a covid-19. Ainda nesta semana chegam mais vacinas para esta faixa etária bem como para atender a demanda de vacinação às pessoas com 60 a 62 anos, que serão convocadas por telefone pelas equipes de saúde para combinarem a data e horário em que receberão a segunda dose.
“Nossas equipes estão empenhadas em vacinar toda a população à medida que as vacinas vão chegando, cumprindo os protocolos de segurança indicados pelo Comitê de Contingência do Coronavírus. Agradeço a todos os envolvidos”, salientou o prefeito Cido Ferrari. De acordo com o calendário disponibilizado pela Secretaria de Estado da Saúde, a faixa etária de 30 a 34 anos deverá receber a primeira dose até o dia 4 de agosto. Em seguida serão convocadas as pessoas com idade entre 25 e 29 anos para receberem a primeira dose, de 5 a 12 agosto.
O Governo do Estado pretende imunizar todas as pessoas adultas (maiores de 18 anos) até o dia 20 de agosto. Para isso, o secretário municipal da Saúde, Ademir de Souza, reafirmou que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Matão estão preparadas tanto para receber quanto para aplicar todas as doses que ainda faltam, assim que forem liberadas pela Secretaria de Estado da Saúde.
Até a quarta-feira (21), Matão aplicou 61.568 doses da vacina, sendo 45.621 da primeira dose, 14.017 da segunda e 1.930 de dose única. Ainda de acordo com Ademir de Souza, as quantidades aplicadas foram das seguintes marcas: AstraZeneca (47,64%), CoronaVac (39,05%), Pfizer (10,17%) e Janssen (3,13%) – sendo que esta última é de apenas uma dose.
Quem recusar vacina disponível no Posto irá para o ‘fim da fila’
E ainda terá que assinar ‘Termo de Recusa e Responsabilidade’
A Secretaria Municipal de Saúde, seguindo o Plano Nacional e o Estadual de Imunização contra a Covid-19, não está aceitando que pacientes escolham a marca da vacina que irão receber. Levando em consideração que as grades de vacinas encaminhadas ao município já vêm direcionadas às faixas de idade, a Secretaria de Saúde exige que o paciente – que não aceitar a vacina disponível – assine o ‘Termo de Recusa e Responsabilidade’.
Em caso de recusa da vacina, a pessoa somente será imunizada quando encerrar o processo de vacinação da faixa de 12 anos – público já previsto para imunização no Estado de São Paulo. Ainda assim será disponibilizada a marca da vacina de acordo com a organização do processo e não será possível a pessoa escolher uma em recusa da outra.
Segundo o secretário de Saúde, Ademir de Souza, todas as vacinas foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, sem exceção, cada qual tem sua eficácia comprovada cientificamente. “Num momento tão delicado, frente a demanda existente e a necessidade de mais vacinas, não podemos permitir esse ‘luxo’ de escolher a marca. Isso significa falta de informação, pois só é possível tomar uma determinada vacina quando ela já foi autorizada pelo Ministério da Saúde”, explicou Ademir.
EFICIÊNCIA
Segundo a Secretaria da Saúde, as vacinas adotadas pelo SUS passaram por todas as etapas necessárias à criação de um novo imunizante e cumprem regras e critérios científicos rigorosos adotados pela Anvisa. Esta qualidade é comprovada a partir dos números da redução de casos e de mortes por covid-19, cujo resultado está diretamente ligado ao avanço da vacinação.
“Por isso é relativo que se discuta sobre a eficiência de uma determinada vacina se eventualmente uma pessoa fizer um exame de imunidade que apresente baixa proteção, pois está comprovado cientificamente pela Anvisa que todas as cinco vacinas autorizadas pelo Ministério da Saúde têm efeito direto na proteção contra o coronavírus e na redução dos casos de contaminação e de óbitos”, conclui Ademir de Souza.
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