Pular para o conteúdo
Matão-SP · quinta-feira, 8 de outubro de 202620°Sol20° / 31°Tempo agora em Matão: 20 graus, Sol. Ver a previsão da semana.Ano 102Fundado em 1925Edição 5.361
A Comarca
Edição 5.3612 de outubroLer
Últimas
Uniara tem inscrições abertas para processo seletivo
Publicidade
Publicidade
Cidade

Reservatórios de Oxigênio do Hospital são ampliados

Aproveitando as obras de construção dos cinco novos leitos de UTI, instituição aumenta o estoque de oxigênio

Do acervo · publicada originalmente em 12 de abril de 2021

Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital Carlos Fernando Malzoni

Foto: Acervo A Comarca

Reservatórios de Oxigênio do Hospital são ampliadosAcervo · 2021
Reservatórios de Oxigênio do Hospital são ampliados

O Hospital de Matão realizou manobras visando a conclusão da construção dos cinco novos leitos de UTI. Duas importantes ações envolvendo os reservatórios de oxigênio do Hospital permitiram a interligação entre as redes de gases da UTI nova e a UTI atual, e ainda o aumento da capacidade dos reservatórios principais, incluindo as Centrais de Reserva de Oxigênio.

Aumento do Reservatório

O HCFM trabalha com dois reservatórios de oxigênio: o Reservatório Messer, com capacidade para 7.000 m³, e o Reservatório White Martins, com capacidade para 1.730 m³. Em meados do mês de março foi trocado o reservatório da White Martins, que aumentou a capacidade para 2.200 m³.

A troca de um dos reservatórios foi liderada pelo Gerente de Manutenção do HCFM, Oswaldo Cesar de Oliveira Santos. Segundo ele, “fizemos a troca dos manômetros da Messer, trabalhando com o tanque da White Martins. No dia seguinte, trocamos o tanque da White Martins por outro maior, trabalhando com o tanque da Messer”.

Outra melhoria a se destacar foi o aumento de capacidade das duas Centrais de Reserva de Oxigênio. Ambas duplicaram a capacidade de 6 para 12 cilindros em cada Central. Todas essas operações foram realizadas com o Hospital em pleno funcionamento e com a máxima segurança.

Interligação da rede de gases

Para fazer a integração do sistema de distribuição de oxigênio com as duas UTIs, a operação seria aparentemente muito simples, bastando fechar o registro do reservatório central, para a efetivação das conexões e respectivos ajustes, religando o registro em seguida. Mas em meio a uma pandemia, com leitos de UTI lotados de pacientes respirando com a ajuda desse oxigênio, a operação passou a exigir toda uma estratégia para que não oferecesse nenhum risco.

De acordo com o Engenheiro de Segurança do HCFM, Jonas Donizete Contarim, foi necessário reservar dois cilindros de oxigênio por paciente, enquanto a manobra de interligação era realizada com segurança. E a manobra foi um sucesso. O desligamento e religamento dos tanques foi concluído em aproximadamente 60 minutos. Segundo o engenheiro Jonas, “com o acompanhamento de fisioterapeutas, SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) e equipe de manutenção, a operação foi realizada com segurança”.

Campanha

O Hospital Carlos Fernando Malzoni continua fazendo melhorias, mas precisou iniciar uma campanha para angariar recursos para conclusão das obras dos cinco novos leitos de UTI. A população tem contribuído com muitas doações, mas faltam recursos para equilibrar as contas do Hospital, que tem trabalhado à exaustão pela falta de mão de obra e pelo aumento dos casos de Covid. Para doar pelo sistema PIX, o número do CNPJ é 52.314.861-0001-48. Para depósito bancário, a conta é do Banco Sicred – Ag. 3009 - número 05736-3. Se desejar fazer outro tipo de doação, o telefone para contato incluindo WhatsApp é (16) 99602-5878. Ou se preferir, entre no site doeagora.hospitalmatao.com.br.

Antes da pandemia, o consumo médio de oxigênio do Hospital era de 18 a 20 mil m³. Com a pandemia em curso, o consumo disparou para mais de 30 mil m³. De acordo com o Gerente de Manutenção do HCFM, Oswaldo Cesar de Oliveira Santos, o aumento de casos da Covid-19 provocou um aumento ainda maior no consumo. No mês de fevereiro, o consumo de oxigênio atingiu 31.134 m³, e em março subiu para 36.716 m³.

A preocupação com a falta de oxigênio tem sido uma constante em vários hospitais em todo o Brasil, mas esse problema, até então, não ocorre em nossa cidade. De acordo com Denise Minelli, Superintendente do Hospital Carlos Fernando Malzoni, “até o presente momento, não existe risco de ficarmos desabastecidos de oxigênio”.

Publicidade
Publicidade

Comentários

Ninguém comentou ainda. O primeiro comentário pode ser o seu.

Leia também

Publicidade