Hospital faz alerta para o aumento de casos de covid-19
Alguns atendimentos, como cirurgias eletivas, serão suspensos a partir da próxima semana
Do acervo · publicada originalmente em 29 de janeiro de 2021
Fonte: Hospital Carlos Fernando Malzoni
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2021O Comitê de Enfrentamento à Covid-19, do Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’, se reuniu na quarta-feira (28) para discutir a respeito das medidas necessárias a serem tomadas para contenção da pandemia. Devido ao fato de ser referência no atendimento a pacientes com covid-19, o Hospital vem sofrendo com a alta demanda de casos da doença, pois recebe pacientes de todo o estado e o colapso na saúde, que antes era notado em locais mais distantes, está ficando cada vez mais próximo.
Para a superintendente hospitalar Denise Minelli, a pandemia foi um grande desafio no ano de 2020 e agora, na segunda onda, os reflexos estão sendo piores. Os dados estatísticos mostram que o momento atual é pior do que o registrado durante o maior pico de casos, em agosto do ano passado. “Estamos nos esforçando ao máximo. Redimensionamos equipes assistenciais e, por meio do nosso Comitê de Enfrentamento à Covid-19, infelizmente optamos por suspender alguns atendimentos a partir da próxima semana, como cirurgias eletivas, dentre outros procedimentos que necessitam de maiores recursos e internações prolongadas, o que é muito preocupante para nós que sempre priorizamos por garantir assistência às pessoas que necessitam”, informou.
“Faremos o possível para retomar esses atendimentos assim que a situação normalizar, porém, por enquanto não temos previsão para isso. Estamos seguindo as recomendações da Secretaria Estadual de Saúde, do Departamento Regional de Saúde (DRS III) e pedimos à população que apenas procure o Hospital em caso de urgência, e que também siga as recomendações de segurança para evitar a propagação ainda maior do vírus, como adotar o distanciamento social, evitar aglomerações, usar álcool gel e máscaras. É um momento crítico e estamos fazendo o possível para continuar salvando vidas, mas temos que atender no momento os casos que mais necessitam de nós”, completa Denise
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