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Cultura e Variedades

Projeto Pescar forma 62 alunos

Eventos aconteceram nas unidades da Citrosuco em Matão, Catanduva e Iaras

Do acervo · publicada originalmente em 15 de dezembro de 2020

Fonte: Rogério Bordignon

Foto: Acervo A Comarca

Projeto Pescar forma 62 alunosAcervo · 2020
Projeto Pescar forma 62 alunos

Nos últimos dias 1, 2 e 8, respectivamente, foram realizadas as Formaturas do Projeto Pescar em Iaras, Matão e Catanduva. No total, 62 jovens concluíram os cursos de ‘Iniciação Profissional em Processos Agroindustriais’ (Iaras), ‘Iniciação Profissional em Produção Industrial’ (Catanduva) e ‘Iniciação Profissional em Serviços Administrativos’ (Matão).

Os representantes da Fundação Projeto Pescar foram: em Iaras, Paulo Centeno (presidente da Fundação Pescar); em Catanduva, Marcelo Mena Barreto (coordenador de Extensão da Fundação Pescar); e em Matão, Tatiana Bornia (coordenadora da Área Jurídica da Fundação Pescar). Nas três unidades houve a participação de Cristiane Pauperio Diffini (coordenadora do Programa nas Unidades Citrosuco).

Representaram a Citrosuco: Sérgio Leandro de Moraes (administrador da Fazenda Rio Pardo), em Iaras; Marina Furtado Freire (gerente Industrial), em Catanduva; e Alberto Luis Zanin (gerente Industrial), em Matão. Os paraninfos foram Inajane Pereira da Silva (enfermeira do Trabalho, em Iaras), Daniela Nery (Fundação Padre Albino Saúde) e Guilherme Cicote (empresário Idealize Soluções Digitais), ambos em Catanduva; Carina Maria Granado Luminatti (analista de Riscos e Compliance) e Flávio Rodrigues (Preto, do Instituto Terroá), ambos em Matão.

Nas três formaturas, voluntários, familiares e convidados participaram. Nas aberturas das cerimônias foi apresentado um depoimento aos jovens por meio de vídeo gravado pelo diretor de DHO da Citrosuco, Diego Victoriano, reforçando o compromisso social da Citrosuco nas comunidades onde realiza suas operações. Diante dos desafios da covid-19, o Projeto Pescar rapidamente alterou a metodologia presencial para a remota, mas manteve a essência e o propósito de formar profissionais e cidadãos.

“Aprendemos a acrescentar novos ingredientes a velhas receitas: Fundação Pescar, Citrosuco, educadoras sociais e voluntários, todos nos reinventamos para continuar a oferecer formação de qualidade para todos os jovens. O ano de 2020 foi o de ‘aprender a aprender’ na educação e em todas as áreas”, menciona Margareth Ribeiro da Silva (Margô), articuladora do Projeto Pescar.

“Contamos com novos ingredientes: aulas online, aulas remotas, lives, webinares, atividades impressas, Desafio Voluntário, Feira de Profissões, Encontro Nacional dos Jovens Pescar, acrescentados com o apoio dos voluntários. Nossas educadoras sociais Lílian Dias Pereira (Iaras), Danieli Maiara Brais Mazoca (Catanduva) e Suelen Cristina Polezi (Matão) fizeram com que o resultado final dessa receita fosse um sucesso”, relata Margô.

“O fortalecimento do trabalho em rede nos deu a certeza de que ‘é necessário uma aldeia inteira para educar uma pessoa’, como nos traz Tião Rocha, na sua experiência em Namalina (Moçambique). Outro aprendizado foi que ‘mares calmos não produzem bons marinheiros, mares agitados e tempestuosos é que formam bons marinheiros’. No enfrentamento dos desafios de 2020, os jovens Pescar se transformaram em bons marinheiros, pérolas que desafiaram o conforto da ostra e se tornaram pedras preciosas, como salientou a educadora social Danieli”, frisa Margô.

HISTÓRICO

Desde 1976, o Projeto Pescar – em parceria com empresas e organizações – oferece formação socioprofissionalizante gratuita a jovens em situação de vulnerabilidade social, dando a oportunidade de um futuro melhor através da educação e do trabalho. A proposta educativa idealizada pelo empresário Geraldo Tollens Linck cresceu e conta hoje com 82 unidades no Brasil (em dez estados e 41 municípios).

São mais de 31 mil jovens formados, incluindo em unidades no exterior (Argentina, Paraguai, Peru e Angola). Parceiros como a Citrosuco integram esta importante rede colaborativa socialmente responsável que prioriza a formação e o desenvolvimento humano dos jovens. Porque, tão importante quanto formar profissionais, é desenvolver cidadãos e torná-los protagonistas de seus projetos de vida.

“‘Dê um peixe a um homem e você o alimentará por um dia. Ensine-o a pescar e você o alimentará por toda a vida’. Este provérbio chinês resume a essência do Projeto Pescar, desenvolvido pela Citrosuco-Matão desde sua implantação no dia 17 de março de 2003. O propósito se renova em todo ano. Pescar: ‘Atitudes que transformam vidas’”, sintetiza Margô.

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