Rotary Club de Matão lança Projeto Rota da Compostagem
Composteiras caseiras podem diminuir bastante o lixo produzido nas residências
Do acervo · publicada originalmente em 17 de setembro de 2020
Fonte: Comissão de Imagem Pública do Rotary
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2020O Rotary Club de Matão está desenvolvendo o projeto-piloto Rota da Compostagem. Inicialmente, dez famílias receberam as composteiras para um período de avaliação de 120 dias. A ideia é fazer uma pesquisa técnica para coletar informações de adequação e comportamento em cada uma das residências para a formatação final do projeto, que conta com apoio do Grupo Matão + Verde e da empresa Zelo Ambiental.
No sábado (12), os rotarianos realizaram a entrega dos kits para as famílias, contendo duas caixas apropriadas, terra e as minhocas, principais responsáveis pelo processo de compostagem. O projeto será coordenado pelo rotariano José Oliveira, que atua profissionalmente na área ambiental e terá como responsável técnica a engenheira florestal Luiza Zulian Pinheiro.
“Nosso intuito é popularizar o uso das composteiras caseiras, que podem garantir uma diminuição considerável do lixo produzido nas residências, gerando economia para o município, que vai coletar e tratar menos lixo, além do morador obter um fertilizante muito bom para as plantas e verduras”, explica José Oliveira.
Aparecido Gardini, presidente do Rotary, acrescenta que a ideia é expandir o projeto para toda a cidade ao final desse processo de pesquisa. “Vamos buscar novos parceiros e recursos da Fundação Rotária para levar este projeto ao maior número de residências possível. Agradecemos o empenho do José Oliveira e dos demais colaboradores nessa iniciativa oportuna, de baixo custo e que traz grandes benefícios para a cidade”.
A compostagem é um processo que transforma a matéria orgânica encontrada no lixo em adubo natural, podendo ser utilizada na agricultura e jardins, substituindo o uso de produtos químicos, além de contribuir para a redução de gases do efeito estufa. “O kit é bem compacto, com duas caixas sobrepostas que recebem apenas matéria vegetal, como cascas e sobras de frutas, verduras e legumes. Nesse sistema, o processo praticamente não gera odores e nenhum incômodo aos moradores”, conclui José Oliveira.
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