Doria libera aulas presenciais em universidades e cursos livres
Instituições de ensino superior e técnico na área da Saúde poderão retomar aulas práticas com 35% de ocupação
Do acervo · publicada originalmente em 14 de julho de 2020
Fonte: Da Redação
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2020O governo de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (13) que universidades e escolas técnicas estaduais podem retomar aulas práticas presenciais em cidades que se mantiverem por 14 dias consecutivos na fase amarela do Plano São Paulo, o programa de retomada gradual das atividades. As aulas teóricas permanecerão a distância. O Estado tem sete regiões na fase amarela no momento. O retorno deve acontecer com as instituições respeitando protocolos sanitários e com, no máximo, 35% dos alunos matriculados em cada curso. A prioridade é para carreiras da área da saúde.
"A cidade de São Paulo já está há 14 dias no amarelo. Portanto, a universidade, se desejar, poderá voltar com as aulas na área da saúde", afirmou o secretário de Educação, Rossieli Soares. Ele explicou que a Baixada Santista, que foi incluída hoje na fase amarela, precisa permanecer duas semanas nesta condição para o ensino superior e escolas técnicas poderem retomar as aulas práticas. O secretário informou que devem ser priorizados alunos que estão mais próximos da conclusão do curso. Rossiele explicou que a preferência ocorre porque impedir estes estudantes de terminar a graduação em cursos de saúde causaria uma hiato de profissionais chegando ao mercado de trabalho. No momento, o Estado tem sete regiões enquadradas na fase amarela do Plano São Paulo, todas na Região Metropolitana e no litoral
Ensino complementar enquadrado como serviço
Já os cursos de ensino complementar, como idiomas, informática e artes, poderão ser retomados desde que nas cidades que estejam na fase laranja a presença seja limitada a 20% da capacidade, e na fase amarela, a 40% da capacidade. De acordo Rossieli Soares, a educação complementar foi enquadrada na categoria de serviços, o que permite a reabertura de acordo com a classificação do Plano São Paulo. "São cursos livres. Uma escola de inglês pode fazer em quantos semestres quiser. O ensino médio não. Cursos livres, de curta duração, também se enquadram, pois não têm regulação direta", afirmou o secretário de Educação.
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