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Esporte

Os 15 anos da Taça Kito Pereira e a hegemonia do Ibec F.C.

ARTIGO - Elci de Oliveira Filho

Do acervo · publicada originalmente em 12 de junho de 2020

Fonte: Elci de Oliveira Filho

Foto: Acervo A Comarca

Os 15 anos da Taça Kito Pereira e a hegemonia do Ibec F.C.Acervo · 2020
Os 15 anos da Taça Kito Pereira e a hegemonia do Ibec F.C.

A Taça Kito Pereira foi criada pela Secretaria Municipal de Esportes, no ano de 2005, para ser o campeonato que representa a categoria Veteranos no município – prestando homenagem ao saudoso esportista Kito Pereira.

Como premiação aos campeões há o troféu fixo da temporada em disputa, bem como o troféu transitório que se torna de posse definitiva após a conquista de três títulos – consecutivos ou não. Nesses 15 anos de competição, somente o Ibec Futebol Clube conseguiu esse feito, e por duas vezes: nos anos 2007/2008/2009 e 2011/2012/2014.

O Ibec Futebol Clube entrou na competição em 2006 após o reencontro de uma geração de jogadores provenientes da Escolinha de Futebol do professor Elídio Araújo, juniores da S.E. Matonense e do Grêmio (clube amador da cidade, que foi extinto), sendo que eles estavam jogando nos dois clubes que fizeram a final do primeiro ano da Taça, em 2005, entre Internacional F.C. e Guarani E.C.

De lá para cá foram 13 participações do Ibec na competição, sendo sete vezes campeão (2007/2008/2009/2011/2012/2014/2018) e quatro vezes vice (2006/2010/2013/2017). Somente em duas edições, não chegou às finais (2015/2016). Nesses 15 anos foram mais de 120 ‘guerreiros’, como os intitulamos, entre jogadores e membros da comissão técnica que vestiram essa camisa de ‘peso’ e tamanha responsabilidade, sendo ela ora mais predominante na cor amarela, ora na cor verde ou azul.

Não importava onde era o local da disputa final, seja no seu estádio ou fora; se a decisão era realizada em dois jogos ou em único. Enfim, “os adversários lutavam como nunca e perdiam como sempre”. A torcida era formada pelos próprios jogadores, membros da comissão técnica, seus familiares, amigos, os patrocinadores e os membros da família Schiavetto, que deram a oportunidade para esse fato virar realidade. “A história ficou marcada nessas duas décadas e meia; isso ninguém pode apagar, apenas tentar superar”.

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