Começam as aulas da segunda turma de Operador de Processos Industriais
Curso é desenvolvido pela parceria entre IFSP-Matão, Naap-Matão e Citrosuco
Do acervo · publicada originalmente em 11 de março de 2020
Fonte: Rogério Bordignon
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2020Na noite da quarta-feira (4), no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP-Matão), aconteceu a aula inaugural da segunda edição do curso de ‘Operador de Processos Industriais’ – parceria entre o IFSP-Matão, o Núcleo de Apoio aos Atletas Paralímpicos de Matão (Naap) e a Citrosuco. O objetivo é oferecer condições para inclusão efetiva no mercado de trabalho.
As boas vindas aos alunos foram proferidas por Daniela Kitawa Oyama (diretora adjunta educacional do IFSP-Matão), Elisangela Santos (coordenadora de Extensão do IFSP-Matão), Wagner Augusto Ferreira (Alemão - coordenador do Naap), Margareth Ribeiro da Silva (analista DHO, Responsabilidade Social da Citrosuco), Alberto Luiz Zanin (gerente industrial da Citrosuco) e Carlos Eduardo Crestani (Cadu - professor doutor do IFSP-Matão, coordenador do curso).
O curso passou a integrar a grade do IFSP-Matão. Inicialmente destinado a pessoas portadoras de deficiência, o ‘Operador de Processos Industriais’ abriu vagas remanescentes para toda a comunidade. A carga é de 160 horas, com aulas presenciais e na modalidade Ensino a Distância (EaD). As aulas acontecem às quartas e quintas-feiras, das 18h50 às 21h30, até o próximo dia 8 de julho.
O curso conta com as professoras Ana Carolina Gandini Panegossi e Kátia Aparecida de Lima, com a professora mestre Juliana Infante e com os professores doutores Cadu Crestani, Fernando Brandão de Oliveira, Adriana Bruno Norcino, Cássia Maria de Oliveira e Juliana Barreto de Toledo. As aulas proporcionam uma formação inicial em Matemática Aplicada e Química Geral.
E na sequência: Segurança do Trabalho, Ética Profissional, Administração da Produção e Logística, Automação e Controle, Indústrias (Alimentícia, Metalúrgica e Sucroenergética), Gestão de Energia, Processos Industriais, Currículo e Organização Profissional. A primeira edição do curso aconteceu entre 12 de março e 29 de agosto de 2019. A formatura dos 12 alunos da primeira turma foi realizada no Auditório da Citrosuco, no dia 17 de setembro.
O ensino é planejado de modo a ser moderno, incorporando o que há de mais recente em práticas industriais e pesquisa acadêmica voltada à indústria, para que os profissionais formados possam ser portadores deste conhecimento e propositores de soluções, baseados em conhecimentos atuais sobre os assuntos diversos relacionados à indústria.
“Como é bom constatar que uma conversa de beira de piscina entre eu e o Cadu durante um treino no Sesi-Matão resultou numa excelente oportunidade como esta, graças à abertura de portas do IFSP-Matão e, sobretudo, da Margô, que levou nosso intuito para a Citrosuco. Juntos é possível realizarmos muito. Então, vamos adiante!”, sintetiza Alemão.
PROPOSTA
O cerne do curso está inserido no contexto do Programa de Diversidade Paratodos, da Citrosuco, cujo cartaz traz a seguinte frase: ‘Nós acreditamos no potencial. A competência é que faz a diferença’. “A Citrosuco enxerga potenciais nas pessoas. Torcemos para que todos que enfrentarem o mesmo fogo se transformem em pipoca e não em piruá – o milho que não se tornou pipoca. Dos alunos da primeira turma, todos estão no mercado de trabalho”, resume Margô.
“Este curso estreita a relação entre a escola e a indústria, e isso deveria aconteceu bem mais, pois ainda vivemos um abismo entre a educação e as empresas no país. Os alunos deste curso terão oportunidades não somente para buscar empregos inerentes às especificidades deste curso, mas em outros segmentos que carecem muito de profissionais qualificados”, resenha Zanin.
“Considero que o curso de ‘Operador de Processos Industriais’ é um conjunto de esforços que possibilita as pessoas melhorarem para viverem num mundo melhor. Juntos, atuamos em diferentes frentes para a formação de profissionais capacitados e atualizados para a indústria e também para outras frentes de atuação, além da inclusão social”, menciona Cadu.
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