Reunião sobre lotes empresariais define necessidade de união
Esta foi a decisão após a explanação feita por Sylvia Mendes (Biba) na ACE-Matão, quarta-feira (3)
Do acervo · publicada originalmente em 5 de julho de 2019
Fonte: Rogério Bordignon
Foto: Acervo A Comarca
Acervo · 2019Na noite da quarta-feira (3), uma reunião foi realizada no Auditório ‘Oscar Lúcio Baldan’ (sede da Associação Comercial e Empresarial - ACE-Matão), ocasião em que Sylvia Maria Bastia Mendes (Biba, coordenadora 3 do Setor de Patrimônio Imobiliário da Prefeitura) explanou sobre a situação dos loteamentos/distritos industriais ‘Raphael Gimenez’ (Silvânia), Parque Industrial Toriba, Portal Terra da Saudade e outros lotes empresariais.
Diante de um auditório ocupado por empresários ou representantes empresariais, Biba esteve acompanhada de Paulo Augusto Bernardi (presidente da 82ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB-Matão), Sônia Moura (2ª secretária da Câmara Municipal), Alex Antoniosi (diretor titular da Diretoria Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - Ciesp-Matão).
E também por Luis Mansini (presidente da Câmara Municipal), Fernando Mendes (presidente da ACE-Matão), Ana Mondini (vereadora) e Hudson Martins (secretário municipal de Desenvolvimento Econômico). O vereador Valter Luiz Trevizaneli também esteve presente, mas, por ter chegado após a formação desta composição, preferiu ficar na plateia.
Diferentes situações foram colocadas por empresários, pois existem entraves quanto à liberação de escrituras de lotes em etapas anteriores a esta. Há problemas referentes a questões infraestruturais, necessidade ou não de georeferenciamento, definições quanto a aprovações de Projetos de Lei na Câmara, direito adquirido, descumprimento de prazos, entre outros.
“O que desejamos é que Matão tenha geração de emprego e renda o mais rápido possível”, diz Mansini. “O Ciesp-Matão está à disposição para que consigamos, de forma conjunta, resolver o quanto antes estes entraves”, cita Alex. “A ACE-Matão também se coloca pronta para constituirmos um grupo de pessoas que faça o que deve ser feito para resolver os impasses”, comenta Fernando.
“O que acontece é o seguinte: na maioria das situações, estamos comentando sobre o telhado de uma casa que subiu sobre um alicerce muito ruim, com paredes cheias de furos. Precisamos unir nossas forças para tomar atitudes e dialogar com as pessoas corretas, aonde quer que elas estejam. A OAB-Matão está de portas abertas para isso, no ensejo do melhor para Matão”, resume Paulo.
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