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Reinaugurada a Praça da Memória 1

Placas das árvores que homenageiam 21 famílias fundadoras de Matão foram restauradas no espaço idealizado pelo historiador Azor Silveira Leite, no interior da Praça da Abolição

Memória preservada. Solenidade contou com a presença de famílias fundadoras da cidade, autoridades municipais e integrantes dos Grupos de Escoteiros e Matão+Verde
Foto: Rogério Bordignon

A manhã do sábado (29/03/2025) ficará marcada pela ‘Reinauguração da Praça da Memória 1’, quando as árvores centenárias da Praça da Abolição balançavam seus galhos, enviando aos convidados um leve frescor de outono. Nessa atmosfera de tranquilidade, a cerimônia relembrou o início da formação do município de Matão através da homenagem a 21 famílias pioneiras, conforme registros do saudoso historiador Azor Silveira Leite.

Durante o evento simbólico foi aberta uma ‘Cápsula do Tempo’ – em decorrência da lembrança do falecimento de Azor Silveira Leite há exatos 30 anos (29/03/1995) –, cujos documentos ficaram parcialmente deteriorados, mofados pela água da chuva infiltrada na caixa. Assim, integrantes da equipe da Prefeitura estão estudando técnicas adequadas para tentar recuperar os objetos, que poderão ser vistos em uma futura exposição. Nos próximos dias, outra ‘Cápsula do Tempo’ será enterrada no mesmo espaço da Praça da Memória 1, idealizada por Azor Silveira Leite.

Familiares dos homenageados e autoridades que estiveram presentes na inauguração da Praça da Memória 1 em 1995 – como o ex-prefeito Luis Tadeo Gimenes, Laert José Bastia Mendes (Zé Gordo, presidente da Comissão Organizadora dos eventos do ‘Ano Municipal do Meio Ambiente e da Cultura’ - 1995) e Nelson Marques Martins (ex-secretário municipal de Saúde e Assistência Social, mestre de cerimônia no ato) – prestigiaram também a reinauguração, no mesmo espaço cujas placas das árvores que homenageiam 21 famílias fundadoras de Matão foram restauradas por Azor Silveira Leite Filho (Azorzinho).

Também marcaram presença na solenidade o presidente da Câmara Municipal, Paulo Augusto Bernardi; os vereadores Ademir de Souza, Aparecido do Carmo de Souza (Cidinho), Sidinei Calabres (China), Roberto Hiro, Luiz Manzini e Fabiana Scardoelli; integrantes do Grupo Matão + Verde; do Grupo Escoteiro Matão; do Grupo Escoteiro Terra da Saudade; e representando a Casa Editora O Clarim e o Memorial Cairbar Schutel, o casal Lúcia Helena e José Luiz Marchesan. O prefeito Cido Ferrari agradeceu a presença das autoridades, dos integrantes das famílias homenageadas, bem como de familiares do historiador Azor Silveira Leite: Zilda (viúva), Agnes (filha) e Azorzinho (filho). Agradeceu ainda o jornalista Rogério Bordignon, pela proposta de ‘Reinauguração da Praça da Memória 1’.

“O mais importante é reunir as pessoas num momento especial como este, de valorização das famílias que contribuíram com a formação inicial do município, durante o processo de desenvolvimento até os dias de hoje. Além disso, gosto muito de história e, assim como o professor Azor, acredito na importância de registrar com fidelidade os acontecimentos do momento presente, valorizando a contribuição das pessoas e relembrando o passado para seguir progredindo”, considerou o prefeito.

Na oportunidade, Jorge Roberto Inocêncio da Costa presenteou Cido Ferrari com a cópia expandida e emoldurada da Certidão (Escritura) sobre a compra e venda das terras que originaram a formação do município de Matão, à época denominada Arraial do Senhor Bom Jesus das Palmeiras. A primeira escritura foi lavrada em 22 de julho de 1948 e comprova a transação entre Antônio Inocêncio da Costa e Theophilo Dias de Toledo.

Marcel Silveira Leite, neto do historiador Azor Silveira Leite, agradeceu aos presentes, ao prefeito Cido Ferrari, ao jornalista Rogério Bordignon e relembrou as palavras de seu avô transcritas nas placas: ‘São árvores, madeira de lei, cujas raízes buscam o solo fecundo, cujas copas alcançarão os céus, simbolizando a mesma esperança com que as primeiras famílias cultivaram o chão fértil e a mesma fé com que acreditaram no resultado prodigioso do seu trabalho’.

 


Fonte: Rogério Bordignon


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